LULA LIVRE MARIELLE VIVE

LULA LIVRE MARIELLE VIVE
depois dos golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.
 
recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.
 
quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.
 
golpe é golpe e um contra vem a galope!
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguém se iluda.
 
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)
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A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
(Autor: Montgomery Vasconcelos – FUCIRLA/PB)
I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.
II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA MAS CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, ridículo, flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores.
Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI e como ele consabido os empreende, a saber:
trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul.
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber:
reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, marqueses, marquesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.
III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.
Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários da Comunidade Científica Universitária.
Tratam-se de participantes dum mesmo clube do bolinha e da luluzinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática, comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN. Equidistâncias de mesmas proporções duma mesma relatividade como sendo também outro poder paralelo, tamanha é essa sua parafernália burocrática e acadêmica alopradas.
Posto ainda que essas artemanhas jamais prestam contas de seus atos corruptos nesses seus próprios concursos públicos nem por meio doutros semelhantes, tampouco doutros demais gerais e irrestritos. Haja vista que se escudam na sua autonomia universitária tão propagada nos arts. 205 a 207 da Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal/1988.
IV. QUAL O “MODUS OPERANDI” DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o “modus operandi” da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta, perversa, cruel e desumana. É como se fossem um grande clube do bolinha e da luluzinha, onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”
Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados, explorados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de públicos não têm nada. Haja vista porque todos vêm já com carta marcada, assinada e de forma infalível como se fosse essa igual à infalibilidade do Eterno.
V. COMO SE OBSERVAM OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus preferidos candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber:
nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas IFES e IES de regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles preferidos e oriundos das regiões sul e sudeste, como se fossem colonizados felizes; rodízios intermináveis entre esses cargos de confiança deles mesmos, que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, caquéticos, incompetentes assumidos, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios, tristes, mau humorados e infelizes.
E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria e/ou lesa-pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação do saber.
VI. AFINAL, A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chegam ao ensino superior. Todavia, ainda assim, dessa porcentagem, 2% não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições, dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.
A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela, enquanto seus 94% vivem em total analfabetismo.
Afinal, a quem serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e, tempos depois, por esses aventureiros de desméritos sem dignidade nem honra?
VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária, recurso extremo duma nação à luz da educação?
Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, invasão, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas/ONU. Fora essas acepções e/ou exceções é armação!
VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitoria tem de responder essa pergunta ao povo da Paraíba, Nordeste e Brasil.
Por que os Familiares dos alunos e das alunas nunca têm acesso também como inscritos e/ou cadastrados à pagina SIGAA/UFPB deles, os seus entes queridos, conforme prática doutras Universidades, a saber: Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN?
O Cadastro dos Familiares na página dos alunos e alunas é, também, uma Medida de apoio acadêmico imprescindível. Medida essa que visa à carreira acadêmica de sucesso, além ainda de servir pra os auxiliar, os apoiar e os orientar. O que também não as exime de grandes irregularidades como as que ocorrem em o seu mais recente concurso público pra professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN!
Haja vista que esses alunos e alunas, seus familiares e entes queridos, ficam desprotegidos, abandonados e se sentem como um estranho no ninho da UFPB. Universidade essa quem lhes adoecem de estresse, nunca os acolhem nem os tratam, deixando-os assim como trapos humanos, com a autoestima baixíssima e vivendo em petição de miséria acadêmica na sua tríade: ensino, pesquisa e extensão.
Constata-se que a Biblioteca Central/UFPB não oferece o menor conforto ao seu corpo docente, discente e pessoal técnico-administrativo pesquisar, tampouco trabalhar, que dirá às demais instituições que lhes celebram intercâmbios.
IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central/UFPB: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática avançada disponível à pesquisa nem aos pesquisadores.
Por tudo isso que se expõe aqui, a Biblioteca Central/UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles, antes, durante e após a sua cena inaugural, bem como, também, ainda, daqui pra frente.
Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofos por meio dessas suas goteiras e infiltrações.
X. AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propagada nos Arts. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa maneira, transforma-se numa autonomia universitária sem noção, que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!
A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar! Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.
XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de Qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!”
Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica Universitária que lhe dá respaldo.
O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade.
Posto ainda que o Campus I da UFPB é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade em a sua tríade que lhe sustenta por meio duma base sólida, a saber: ensino, pesquisa e extensão.
XII. O TIM TIM POR TIM TIM DA CORRUPÇÃO NA UFPB
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação!
Atenção! Atenção!
Corpo docente, discente e funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!
E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto tangido pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?
Diga lá Reitoria, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim! Qual o porquê disso tudo? Sabe por que? Porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública/UFPB desde mesmo a sua cena inaugural, a sua origem.
XIII. A CENA INAUGURAL DA CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL
Há cerca de 40 anos, no meio de meu Curso Superior na Universidade Federal da Paraíba/UFPB, lendo obcecado a poética de Augusto dos Anjos, percebi sua revolta contra a corrupção, que grassa à Nação, e cuidei de dar continuidade à luta sua e agora minha, sempre a fazendo dentro de meus limites radicais e inegociáveis. Motivo pelo qual, oposto a Ele, o poeta dum livro só, o “EU”, mantenho-me fora do foco e do olho do furacão da corrupção.
Como é bom ser anônimo! Dizem que nesses tempos imperiosos da corrupção, ser anônimo é sinônimo de honesto que morre pobre. Todavia, agradeço às Universidades Corruptas que citarei adiante por existirem, pois sem seu mar de corrupção, minhas pesquisas que lhes denunciam jamais fariam sentido. Haja vista que as empreendo há 40 anos, e só agora vem fazendo sentido por causa da Nuvem (Net) onde as propago ao mundo inteiro com suas redes sociais e todo seu arsenal midiático na era cibernética.
Agradeço ainda às Universidades Corruptas por me afastarem, pois nem tenho como lhes servir. Muito obrigado! Valeu! Daqui pra frente meu trabalho vai ser propagar seu mar de corrupção por toda vida até o fim do mundo. Trata-se também dum grande combate de guerra contra o Palhaço Trump quem corrompe o mundo.
Antes destruíam minhas teses e pesquisas nessas próprias Universidades Corruptas e Ignorantes, pois ainda nem perceberam o quão seu mar de corrupção é importante à mudança da crise geral, que já vem marcada noutro sincretismo religioso desde o Livro VI do Génese, a saber: “CORRUPÇÃO DA HUMANIDADE”. Eis o ponto mais alto da corrupção da Universidade, que por isso a agradeço, pois não tenho, nunca tive, nem nunca terei essas suas qualidades corruptas pra lhe servir.
Assim, sou inútil à corrupção, à ELA, à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS. Haja vista que a Universidade Brasileira remunera mal o Educador, pois sequer seu salário chega ao que pagava Dom Pedro II aos professores de sua rede de educação, R$ 30.000,00 (Trinta Mil Reais) algo equiparado à classe de Desembargador daquela época Colonial. Daí que só haverá procura de minha parte em participar doutro concurso ao Magistério Superior quando chegar à equiparação salarial nessa monta.
Sem contar que há evasão enorme tanto na Rede Secundária (Escola de 2° grau com apenas 40 estudantes inscritos, por unidade escolar com 40 professores, um aluno pra cada professor) quanto na Universidade (apenas 8 milhões de ingressos no 3° grau em toda sua existência numa população de 2012 milhões de brasileiros, menos de 5%, mas que ainda assim não concluem seus cursos, e que isso por si só prova que o Brasil é um país analfabeto.
E observem que nem foram incluídos aí também os analfabetos técnicos, que não entraram nessa conta.
Haja vista ser por isso mesmo, por certo, que o próprio poeta Augusto dos Anjos nem pede, obriga, tampouco sugere a ninguém fazer isso, nem mesmo autoriza pra tal quando escreve em sua “CRÔNICA PAUDARQUENSE” sobre todas as classes sociais, poder, política, sistema de governo, religião, economia, antropologia, sociologia, poesia, literatura, pintura, arte, ciência, cultura, gramática, idioma pátrio, enfim poética, segundo Aristóteles, Sócrates e Homero, a saber:
“Somos quando muito uma superfectação poética ou uma basttardia litterária.” (Augusto dos Anjos, 1905.)
Eis o ápice de sua crítica percuciente, respondendo aos seus próprios questionamentos em torno do que se discutia em nível nacional sobre a efervescência de “escolas modernas”, importadas da Europa e dos Estados Unidos da América do Norte/EUA, que nem sequer têm nome de País como, a saber: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Guatemala, Venezuela, Chile, Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia, Inglaterra e demais.
Depois disso tudo que percebi na Poética de Augusto dos Anjos, à luz de Aristóteles, Sócrates e Homero, decidi dar continuidade às denúncias desse poeta paraibano contra a corrupção no Brasil, e logo fui chamado de louco, no próprio seio da comunidade universitária. Fiquei intrigado! Matutei, matutei, matutei e avancei mais doido ainda nessa empreitada estranha.
EUREKA! Pra não mais meu espanto, fui descobrindo que nessas próprias Universidades havia um mar de corrupção. Varei! Estava tudo explicado! Varei! Estava tudo consumado! Varei! A Corrupção era e ainda é Geral. Varei!
Daí então ficou tudo mais fácil entender o universo dessa corrupção em que se havia metido o meu País. Posto que são nas suas Universidades onde se discutem, se elaboram, se tratam, se plasmam, se aparelham, se talham e se escolhem os futuros administradores da coisa pública nacional. O Presidente do Supremo Tribunal Eleitoral Gilmar Mendes que se explique à Nação a corrupção de sua Universidade por meio também de seu “Coronelismo Eletrónico”.
Mas afinal, cadê a soberania do Tesouro Nacional? E cadê a soberania popular? Cadê a soberania nacional? Cadê o projeto de Universidade Popular? Cadê o projeto de escola popular pra Nação Analfabeta?
É por isso que se afoga nesse mar de lama da corrupção o Brasil, pois apenas 8% da população chega à universidade, e isso no universo de 100% dos 2012 milhões de habitantes brasileiros é analfabetismo crônico. Nem adianta tergiversar posto que contra tais fatos não há argumentos. Todavia, podemos fazer agora o percurso às avessas: não deu, bora dá! Custe o que custar, doa a quem doar!
Que o Ministério Público Federal/MPF comece já a passar o Brasil a limpo por meio desses bandidos empresários corruptos da JBS, J&F, FRIBOI, SADIA, PERDIGÃO, ALPARGATA, VIGOR, LECO ELDORADO, ODEBRECHT, VALE DO RIO DOCE, ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB, REDE GLOBO, UFMS, UFPB, UEPB, UFRJ, UNIFESP, UFABC, USP, UNICAMP, PUC-SP e demais que são, apenas agora todos juntos e misturados, somente a pontinha desse monstruoso ICEBERG da corrupção no Brasil.
XIV. LÁBIA JATO: UFMS ROUBA R$ 120 BILHÕES DO BRASIL
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS. Eis aqui mais um pequeno memorial da corrupção que não fica atrás desses corruptos da JBS, J&F, FRIBOI, ALPARGATA, ELDORADO, VIGOR, LECO, SADIA, PERDIGÃO, ODEBRECHT, VALE DO RIO DOCE, ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB, REDE GLOBO e demais. Trata-se do Memorial da Corrupção nas Instituições Federais de Ensino Superior/IFES (públicas) e Instituições de Ensino Superior/IES (privadas) todas Universidades Brasileiras, a saber:
1. UFRN/2017-2018
2. UEPB/2005-2016;
3. UFPB/1977-2016;
4. UFMS/1987-2016;
5. PUC-SP/2002-2016;
6. USP/2005-2016;
7. UNICAMP/2007-2016;
8. UFABC/2008-2016;
9. UNIFESP/2008-2016;
10. UFRJ/2008 -2016.
Tudo isso vem ocorrendo sob o olhar Guevara de seus mártires que se eternizam desde a década de 1980!
“Quem sabe faz a hora não espera acontecer.” (Geraldo Vandré, 1968)
“E se me matam escapo morto.” (Monty, 2014)
XV. UEPB/2005-2016
Será o Benedito! Universidade Estadual da Parahyba/UEPB desde 2005 que realiza, à custa do erário público, concursos secretos como se fossem públicos, cometendo crimes de lesa-pátria, corrupção, reter documentos de candidato, irregularidades acadêmicas nos currículos concursais e demais práticas sem a menor transparência.
Inclusive, peitando o Ministério Público Estadual, a UEPB continua realizando Concurso Secreto como se fosse Público/2015-2016 pra escolha de seu quadro efetivo de professores, procedimento incabível, deslocado no tempo e espaço porque golpe nunca mais! Autonomia Universitária é coisa de época de guerra, estado de sítio, ditadura, tirania e holocausto.
Ó U AUÊ AÍ Ó Ministério Público Estadual! Se não pode com o pote por que pegou na rodilha? Por que não passa o Caso agora pro Ministério Público Federal? Vai continuar blindando a Corrupção da UEPB?
XVI. UFPB/1977-2016
Trata-se dum dos maiores projetos de corrupção na educação de qualidade da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, chegando ao seu ápice neste ano de 2016, no qual mudam as regras do Edital em plena realização do concurso, inclusive manipulando até sorteio dos temas da prova escrita, na maior cara de pau, ficando claro que se trata dum nefasto clube do bolinha e da lulusinha, sob a filosofia nefasta dum crime de lesa-pátria, onde quem tá dentro não sai e quem tá fora não entra.
A UFPB faz Concurso Público como uma Máfia de Compadres e Comadres. Há que chegar o socialismo e seus nomes têm de ficar pregados no paredão. Esse mar de corrupção nos concursos públicos da UFPB é um tsunami que já vem se arrastando desde a década de 1970, 46 anos. Trata-se da ditadura mais longa dos concursos públicos ao ensino superior de que se tem notícias, no seio da Universidade Pública Federal do Brasil.
Ápice de corrupção esse no qual é visível e transparente o CAMPUS I/UFPB, Cidade Universitária, João Pessoa-PB, que virou de vez um Canteiro de Obras Intermináveis (COI) onde nada se conclui, mas sempre estão em construção e desmoronamentos constantes, objetivando lavar uma dinheirama de somas vultosas, desde que passou a ser o terceiro orçamento das Universidades Federais do Brasil, as chamadas IFES (Instituições Federais de Ensino Superior) quando há 40 anos, um de seus reitores/UFPB também assume à Presidência do Conselho Nacional de Pesquisas/CNPQ.
E como desviam a atenção da opinião pública, da Comunidade Universitária, incluindo-se aí o Movimento Estudantil/ME, e pasmem, o Movimento dos Funcionários da ASSUFEP, o Movimento de Professores Alienados/ADUFPB, que a tudo assistem e nada fazem quando professores doutores (formação de quase 40 anos de pesquisa com custo ao erário público de muito mais dum milhão de dólares) são perseguidos e retaliados, porque nunca fazem parte desse Clube do Bolinha e da Luluzinha, sob a filosofia nefasta da máfia dum concurso de compadres e comadres:
“Quem tá de dentro não sai e quem tá de fora não entra.” (sabedoria popular)
O “Modus Operandi” desse crime organizado da maior corrupção de todos os tempos na existência pregressa da UFPB é descentralizado e escorregadio como uma imensa bola ou bolha de sabão. Utilizam turmas inteiras de estudantes inocentes úteis que se vendem por tão pouco, aprovação em suas disciplinas e projetos corruptos, pra perseguirem e retaliarem esses brilhantes professores e professoras; contrários a isso, promovem os seus professores medíocres às Chefias, Coordenações, Diretores de Centros, Pró-Reitores e até Reitores.
Em seguida, começam suas retaliações e perseguições às professoras e aos professores dignos, justos, meritocratas e brilhantes, que levam as pesquisas científicas da Universidade nas Costas, sozinhos, pois só eles e elas foram quem ingressaram à UFPB ou às IFES por meio de concursos públicos legais; entraram pela porta da frente, jamais pularam a janela ou invadiram o saber pelas portas dos fundos da corrupção como fazem esses incompetentes corruptos, adeptos do nepotismo direto e cruzado no seio da universidade pública federal, que deveria ser exemplo de saber jamais de transgressores e criminosos de alta periculosidade nas IFES e IES.
XVII. UFMS/1987-2016
Trata-se doutro maior projeto de corrupção da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS, em nível internacional, datando 1987-1996, sobre a Base do Pantanal, no valor de U$ 35 bilhões de dólares ou cerca de R$ 120 bilhões de reais, financiados pela ONU, OEA, UNESCO, FMI, BID e BM, inicialmente.
Esse projeto Base do Pantanal/UFMS, que se estendeu pelas décadas seguintes, debaixo das barbas do povo brasileiro, com o aval do Governo Fernando Henrique Cardoso/FHC, MEC, Itamarati, Ministério da Fazenda, Governo de Mato Grosso do Sul e Presidente do Brasil. Mais preciso as duas gestões pífias/PSDB do Governo de Fernando Henrique Cardoso/FHC, que quebraram o Brasil por três vezes e nem sequer apresentaram um relatório durante seus oito anos de desgoverno, crimes de lesa-pátria e corrupção.
Todavia, quem se responsabiliza no fim por esses pseudos projetos corruptos da UFMS é o povo brasileiro, pagando as contas desses embustes corruptores e corrompidos. Eis aqui o saldo desse “Memorial Corrupto da UEPB/2005-2016, UFPB/1977-2016, UFMS/1987-2016, PUC-SP/1993-2016, UNICAMP/2007-2016, UFRJ/2008-2016, USP/2005-2016, UFABC/2008-2016 e UNIFESP/2008-2016 sob o olhar Guevara de seus Mártires que se eternizam.”
Apenas um professor da UFMS, Montgomery Vasconcelos, concursado em 1° lugar/1991, denunciou esse projeto imoral e corrupto no seio do Brasil. Projeto corrupto nas IFES e IES que se estende também às PUC-SP, UFABC, UNIFESP, UNICAMP e demais seguintes.
XVIII. PUC-SP/UFABC/UNIFESP/UNICAMP
Bem como ainda, denunciou a PUC-SP/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, UFABC/Universidade Federal do ABC, UNIFESP/Universidade Federal de São Paulo e a UNICAMP/Universidade Estadual de Campinas, na forma da lei (2002-2007) pelo crime de reterem sua documentação de Concurso Público à Carreira Docente, no Magistério Superior.
Inclusive levou a PUC-SP às barras dos tribunais porque essa Universidade reteve seu Diploma de Doutor, crime à luz da Carta Magna do Brasil, a CF/88, após cursar sob perseguição cerrada dessas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) por longos dez anos (1993-2002) tendo ainda de arrebatar seu título de doutorado das mãos do pontífice Papa, que tal como Pôncio Pilatos também as lavou e ficou parcial, pois é o Senhor todo poderoso do Vaticano, quiçá do mundo, na forma da lei.
Após percorrer uma via crucis judicial do judaísmo ao cristianismo, enveredando por um processo kafquiano, conseguiu, aos 48 minutos finais do segundo tempo de sua existência acadêmica pregressa (58 anos) resgatar seu título de Doutor e sua documentação das garras sorrateiras dessas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) corruptas e até das mãos do Pontífice Papa, que nele não parou de as lavar, praticando Ser Parcial tal qual Pilatos.
Ressalte-se que tal conquista sua só se deu por meio de força da Lei em Sentença Condenatória doutro Senhor Doutor Juiz de Direito nos Fóruns Tribunais Judiciários do Homem. Tribunais esses que lhes devolveram seus títulos e documentos apreendidos criminosamente por essas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) corruptas, que foram condenadas e obrigadas a lhes devolver o que é seu de fato e de direito até o fim do mundo, no calendário vitoriano.
Embora tenham perseguido seu Advogado até a morte na Argentina, ressalto isso aqui também. Todavia, seus títulos de Doutor, Mestre, Especialista e Graduado agora os têm em sua posse até o fim do mundo, graças a tantos trabalhadores sacrificados. Tudo isso ocorreu só porque ousou um dia saber fora de sua academia autodidata e se intrometer no modelo de Universidade da Burguesia Corrupta e Perversa.
XIX. USP/UNICAMP/UNIFESP/UFABC
Essas nove universidades estatais e privada, UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, Universidade Federal do ABC/UFABC, UNIFESP, PUC-SP, Unicamp e Universidade de São Paulo/USP, transgridem com improbidade administrativa, cometendo crime de lesa-pátria, em nível municipal, estadual, regional, nacional e internacional.
Eis aqui a causa de suas teses posto que é mestre e doutor sobre “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”; “Recepção e transgressão, o público de Augusto dos Anjos”, quem primeiro denuncia os atos corruptos do Brasil desde 1901 em sua cena inaugural no soneto “Saudade” e nas suas “Cronicas Paudarquenses”.
E o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos denunciou esse crime de lesa-pátria da UFMS, da Faculdade de Letras-FL/UFRJ, que mesmo sendo impugnada por manter membro corrupto em efeito cascata, que se derrama cruzado da Faculdade de Filosofia Ciências Humanas e Letras-FFCHL da Universidade de São Paulo/USP à Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ.
Haja vista ainda que essa mesma Comissão Julgadora da FFCHL/USP lhe assediou com venda de diploma de Livre Docente a R$50.000,00 (Cinquenta Mil Reais) quando lhe submeteu sua tese de livre-docente à banca examinadora, quem a presidiu um tal de JOÃO DAS COUVES com seu porta voz DIMAS, o mau ladrão. Eis, pois, a Comissão Julgadora Corrupta da USP/FFLCH, Concurso de Livre-Docência realizado nos dias 12, 13 e 14/12/2005, a saber:
COMISSÃO JULGADORA CORRUPTA/USP POR R$ 50 MIL REAIS
1. JOÃO ROBERTO GOMES DE FARIA (FFLCH-USP, Presidente)
2. ANTONIO DIMAS DE MORAES (DLCV-FFLCH, Livre Docente)
3. MARIA EUGÊNIA DA GAMA ALVES BOAVENTURA (UNICAMP, Titular)
4. JOSÉ LUIS JOBIM DE SALLES FONSECA (UERJ, Titular)
5. PAULO ELIAS ALLANE FRANCHETTI (UNICAMP, Titular)
Ressalte-se aqui uma das maiores pérolas de retórica e oratória da corrupção acadêmica, desde mesmo épocas imemoriais tribais e truculentas duma Membro Espaçosa muito Escrota, outra porta-voz dessa Comissão Julgadora Corrupta, uma tal de Maria Eugênia da Gama Alves Boaventura, quando assim bradou sem se lhes constrangerem os demais pares, deixando muito acanhada a máxima do filósofo grego Aristóteles “Abaixo da Lua só existe corrupção.”, diante dessa sua Proposta Indecente e Escrota, a saber:
“Não participo de uma Comissão Julgadora como esta de Livre-Docência por menos de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) Jamais vou deixar minha casa e meu conforto pra vir aqui aprovar uma tese dessa sem esse valor, e nem um centavo a menos. Por muito mais do que isso tenho participado de bancas de níveis menores como mestrado e doutorado.” (Sic, e apud Maria Eugênia da Gama Alves Boaventura – Unicamp/Titular, a 12/12/2005)
XX. UFRJ/2008-2016
Eis, também, ainda, a outra Banca Corrupta da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ/FL, Concurso a Professor Adjunto de Literatura Brasileira, nomeada a 16/1/2008:
BANCA JULGADORA CORRUPTA/UFRJ
1. ALCMENO BASTOS – UFRJ
2. ROSA MARIA DE CARVALHO GENS – UFRJ
3. JOSÉ LUIS JOBIM DE SALLES FONSECA -UERJ, Titular
4. MARIA CÉLIA DE MORAES LEONEL – UNESP
5. ALEILTON SANTANA DA FONSECA – UEFS/BA
Denunciou tudo isso dessas universidades (UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, UFABC, UNIFESP, PUC-SP, Unicamp e USP) por respeitar à Carta Magna/1988, mas antes de tudo, também, em respeito à educação. Assim o fez na forma da lei.
Todavia, desde então, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos vem sofrendo retaliações, perseguições que lhe provocaram oito atentados contra sua vida somente no Estado de Mato Grosso do Sul e outros seis no Estado de São Paulo. Estado este quem por último lhe tomou a casa própria, pasmem, ainda financiada pela Caixa Econômica Federal/CEF, deixando-o em petição de miséria como morador de rua.
Essas IFES e IES são tão burras e perversas, embora muito poderosas e corruptas, que sacrificam toda uma Nação/Brasil só pra punir injustamente um professor doutor que denuncia seus atos corruptos e crimes de lesa-pátria.
XXI. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Portanto, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos, desde 1993, vem tendo sua carreira prejudicada, vivendo em petição de miséria por causa da perseguição sórdida de seus algozes na UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, UNIFESP, UFABC, PUC-SP, Unicamp e USP, que cometem crime de lesa-pátria e por isso jamais podem sair ilesos desses seus crimes de corrupção contra a Nação. Cedo ou tarde, em casos corruptos como esses, o Ministério Público Federal/MPF “Vai Chamar o Feito à Ordem”.
Sendo assim, por meio da nuvem (net) e de todo universo das redes sociais, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos chegou à conclusão:
“E se me matam escapo morto, mas vou denunciá-los por toda a vida, até o fim do mundo. Posto que foram os responsáveis pela miséria brasileira da corrupção no seio da academia: a Universidade Federal (UFMS/UNIFESP/UFABC/UFRJ/UFPB) Estaduais (USP/Unicamp/UEPB) e Privada (PUC-SP) IFES e IES corruptas do Brasil.” (Monty, 2014)
Nem também tenho sequer quaisquer complexos de inferioridade, idade, realidade, cor, credo, ideologia de gênero, política, dialética, social, econômica, antropológica e intelectual, posto que sou de origem nobre (1° dinastia de Portugal-1148) ora pois! Já fui jovem e bonito, conforme em anexo à fotossemiótica de minha identidade, rg, tirada em público pelo “lambe-lambe”, na Praça Pedro Américo de minha terra natal, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585.
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Aos 21 dias do mês de abril de 2018 completa 518 anos do descobrimento do Brasil, que se deu na Região Nordeste, no Estado da Bahia, mais preciso em Ilheus-BA, e ainda continuam as injustiças dos maiorais, coroneis e chefes de capangagem eletrônicos como o maior exemplo do Cidadão Kane da Parahyba, também dono do Império São Braz do café sujo de sangue e sonegador de impostos R$ 7,5 (Sete Milhões e Quinhentos Mil Reais) em 2010.
Trata-se dum mega empresário vendedor de café sujo de sangue na Parahyba, quem se meteu, também, no ramo da comunicação, por meio das TV Cabo Branco e TV Parahyba, ambas afiliadas à Rede Globo. Essas emissoras existem pra propagar tal qual a filosofia nefasta de Joseph Goebells, Secretário do Departamento de Propaganda de Hitler, quando assim pontifica: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade!”
II. QUEM MATOU O AGENTE DO DETRAN-PB? JURO QUE NÃO FUI EU?
Há um ano e três meses [21/1/2017 a 21/4/2018] do atropelamento dum Agente do Detran-PB, quem comandava uma blitz da Lei Seca em Manaíra, bairro nobre da Capital na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, mas que ainda ninguém, ninguém mesmo, sabe quando o futuro Magnata, herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino irá ser julgado! Isso é uma justiça escrachada e cara de pau! Varei!
Até agora o futuro Cidadão Kane da Paraíba e Magnata herdeiro do Império São Braz do café sujo de sangue só foi preso de performance no PB I, onde debochou da liberdade como réu primário, gozando de bom comportamento, junto ao seu Porsche branco assassino, e que espantosamente, seguindo com rigor judiciário à praxe, ganhou às ruas da liberdade indigna e sem honra à ética da Parahyba, repita-se aqui, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Sem sequer questionar é por si já crime por omissão. Logo, a questão fundamental é trazer esse caso à tona quantas vezes a mesma se fizer necessário, e não serão poucas. Fiquem certos disso.
E nem adianta o Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Brás do café sujo de sangue mandar seus capangas eletrônicos assaltarem-me, confiscarem-me celulares e demais tecnologias midiáticas porque não sou mais um Agente do Detran-PB, que deixou, por causa de seu herdeiro criminoso, uma pobre viúva desamparada pelo Estado.
III. A JUSTIÇA ESTÁ DE PONTA À CABEÇA NA PARAHYBA
Pra Justiça então, conclui-se que a prova do crime até agora é o Porsche branco assassino. E assim mesmo porque caiu a sua placa quando fora atropelado pelo Agente do Detran-PB em serviço e de Plantão, razão pela qual no Brasil e, mais preciso, aqui na Parahyba o mundo tá de ponta à cabeça. Enfim, o mundo tá de cabeça pra baixo. Haja vista que nem isso havia como prova, caso a placa do Porsche não houvesse caído por obra e graça do destino.
Quer ver uma coisa mais séria e crítica nesse caso do futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue, dono do Porsche branco assassino? Tem foto de quem o pilotava na hora, pelo menos, ou a confissão do piloto do Porsche que fora atropelado pelo Agente do Detran-PB? Dessa forma, a justiça está de ponta à cabeça na Paraíba. De cabeça pra baixo!
IV. “QUEM MORREU FOI QUEM PERDEU A VIDA!” VAI FICAR POR ISSO MESMO?
É assim que funciona a coisa pra justiça. E nem adianta tergiversar. Sabe por que? Porque pra Justiça essas provas são imprescindíveis. Ainda mais quando o assassino é primário, se evadiu da cena do crime e se livrou do flagrante. Isso é primário, elementar, cartilha do abc nas lides da justiça. “Quem morreu foi quem perdeu a vida!” Eis o ditado popular na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil! Vai ficar por isso mesmo?
A Parahyba foi a única Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil que criou, com originalidade clássica por meio da “Poética”, obra do filósofo grego Aristóteles, a palavra Varei! Varei é a maior prova de comunicação por meio duma expressão de espanto ou ainda uma variante linguística genuinamente paraibana pra casos como este! O futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue que ainda não foi julgado? Varei!
V. MORAL DA FÁBULA SEMIÓTICA DO PORSCHE BRANCO ASSASSINO:
Apertem novamente, agora o futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue e proprietário do Porsche branco assassino pra saber quem o pilotava na hora em que o Agente do Detran-PB o atropelou, que logo chegarão ao verdadeiro assassino. Pois só assim a pobre viúva do Agente do Detran-PB não ficará injustiçada nem desamparada pelo Estado da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
Tampouco ainda a Parahyba carregará essa pecha de Injustiça, que a maculará e a envergonhará diante do Brasil e do mundo. Nem tampouco nenhuma Filha sua ou Filho seu nunca lhe dirão em Latim nem Português: “Ingrata Patria! Ossea mea nom possidebis!” (latim) Ingrata Pátria! Não possuirás os meus ossos! (tradução livre) Bem como aquela máxima “O Brasil não é um país sério!” dum antigo, retrógrado e surrado Presidente da França, o General Charles de Gaulle, jamais venha a ser uma verdade definitiva.
VI. PELA ORDEM! JUSTIÇA DA PARAHYBA!
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Pressuposto assim tão irresponsável e omisso diante de falta grave pra todos desta que foi mesmo a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585?
Proteste-se em o nome da lei e da ordem! Pela ordem Ministério Público! Era só o que faltava! Mas será o Benedito? Ninguém vai tomar providência nesta pouca vergonha de se assassinar e ficar por isso mesmo? Nem mesmo o Ministério Público do Estado da Parahyba vai tirar essa questão a limpo duma vez por todas? Já não bastam outras injustiças que esse Estado amarga? Poupem-se paraibanos de mais injustiças!
VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mas se ainda assim nada sirva de consolo à honra e à dignidade da Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, que apenas essa última fotossemiótica do Agente do Detran-PB, Diogo Nascimento, com gesto nobre de que tudo tá em ordem e sob a lei, com o seu aceno positivo de polegar pra cima, tranquilize o povo paraibano por meio de seu Ato Heróico.
Que Ato Heróico? Quem sustentou só e matou no próprio peito a crueldade perversa, indomável, colossal, abissal e insatisfeita dum futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata de certo Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino, devorando-lhe o corpo, a alma e o espírito generosos de servir sempre à humanidade? Ato heróico porque seu coração se salvou e salvou a todos naquela máxima de Monty, 2014: “E se me matam escapo morto!” ou à luz de Gandhy “Quem não vive pra servir não serve pra viver!”?
Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Mangabeira FM e Presidente da FUCIRLA-PB)

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Aos 21 dias do mês de abril de 2018 completa 518 anos do descobrimento do Brasil, que se deu na Região Nordeste, no Estado da Bahia, mais preciso em Ilheus-BA, e ainda continuam as injustiças dos maiorais, coroneis e chefes de capangagem eletrônicos como o maior exemplo do Cidadão Kane da Parahyba, também dono do Império São Braz do café sujo de sangue e sonegador de impostos R$ 7,5 (Sete Milhões e Quinhentos Mil Reais) em 2010.
 
Trata-se dum mega empresário vendedor de café sujo de sangue na Parahyba, quem se meteu, também, no ramo da comunicação, por meio das TV Cabo Branco e TV Parahyba, ambas afiliadas à Rede Globo. Essas emissoras existem pra propagar tal qual a filosofia nefasta de Joseph Goebells, Secretário do Departamento de Propaganda de Hitler, quando assim pontifica: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade!”
 
II. QUEM MATOU O AGENTE DO DETRAN-PB? JURO QUE NÃO FUI EU?
Há um ano e três meses [21/1/2017 a 21/4/2018] do atropelamento dum Agente do Detran-PB, quem comandava uma blitz da Lei Seca em Manaíra, bairro nobre da Capital na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, mas que ainda ninguém, ninguém mesmo, sabe quando o futuro Magnata, herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino irá ser julgado! Isso é uma justiça escrachada e cara de pau! Varei!
 
Até agora o futuro Cidadão Kane da Paraíba e Magnata herdeiro do Império São Braz do café sujo de sangue só foi preso de performance no PB I, onde debochou da liberdade como réu primário, gozando de bom comportamento, junto ao seu Porsche branco assassino, e que espantosamente, seguindo com rigor judiciário à praxe, ganhou às ruas da liberdade indigna e sem honra à ética da Parahyba, repita-se aqui, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
 
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Sem sequer questionar é por si já crime por omissão. Logo, a questão fundamental é trazer esse caso à tona quantas vezes a mesma se fizer necessário, e não serão poucas. Fiquem certos disso.
 
E nem adianta o Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Brás do café sujo de sangue mandar seus capangas eletrônicos assaltarem-me, confiscarem-me celulares e demais tecnologias midiáticas porque não sou mais um Agente do Detran-PB, que deixou, por causa de seu herdeiro criminoso, uma pobre viúva desamparada pelo Estado.
 
III. A JUSTIÇA ESTÁ DE PONTA À CABEÇA NA PARAHYBA
Pra Justiça então, conclui-se que a prova do crime até agora é o Porsche branco assassino. E assim mesmo porque caiu a sua placa quando fora atropelado pelo Agente do Detran-PB em serviço e de Plantão, razão pela qual no Brasil e, mais preciso, aqui na Parahyba o mundo tá de ponta à cabeça. Enfim, o mundo tá de cabeça pra baixo. Haja vista que nem isso havia como prova, caso a placa do Porsche não houvesse caído por obra e graça do destino.
 
Quer ver uma coisa mais séria e crítica nesse caso do futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue, dono do Porsche branco assassino? Tem foto de quem o pilotava na hora, pelo menos, ou a confissão do piloto do Porsche que fora atropelado pelo Agente do Detran-PB? Dessa forma, a justiça está de ponta à cabeça na Paraíba. De cabeça pra baixo!
 
IV. “QUEM MORREU FOI QUEM PERDEU A VIDA!” VAI FICAR POR ISSO MESMO?
É assim que funciona a coisa pra justiça. E nem adianta tergiversar. Sabe por que? Porque pra Justiça essas provas são imprescindíveis. Ainda mais quando o assassino é primário, se evadiu da cena do crime e se livrou do flagrante. Isso é primário, elementar, cartilha do abc nas lides da justiça. “Quem morreu foi quem perdeu a vida!” Eis o ditado popular na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil! Vai ficar por isso mesmo?
 
A Parahyba foi a única Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil que criou, com originalidade clássica por meio da “Poética”, obra do filósofo grego Aristóteles, a palavra Varei! Varei é a maior prova de comunicação por meio duma expressão de espanto ou ainda uma variante linguística genuinamente paraibana pra casos como este! O futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue que ainda não foi julgado? Varei!
 
V. MORAL DA FÁBULA SEMIÓTICA DO PORSCHE BRANCO ASSASSINO:
Apertem novamente, agora o futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue e proprietário do Porsche branco assassino pra saber quem o pilotava na hora em que o Agente do Detran-PB o atropelou, que logo chegarão ao verdadeiro assassino. Pois só assim a pobre viúva do Agente do Detran-PB não ficará injustiçada nem desamparada pelo Estado da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
 
Tampouco ainda a Parahyba carregará essa pecha de Injustiça, que a maculará e a envergonhará diante do Brasil e do mundo. Nem tampouco nenhuma Filha sua ou Filho seu nunca lhe dirão em Latim nem Português: “Ingrata Patria! Ossea mea nom possidebis!” (latim) Ingrata Pátria! Não possuirás os meus ossos! (tradução livre) Bem como aquela máxima “O Brasil não é um país sério!” dum antigo, retrógrado e surrado Presidente da França, o General Charles de Gaulle, jamais venha a ser uma verdade definitiva.
 
VI. PELA ORDEM! JUSTIÇA DA PARAHYBA!
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Pressuposto assim tão irresponsável e omisso diante de falta grave pra todos desta que foi mesmo a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585?
 
Proteste-se em o nome da lei e da ordem! Pela ordem Ministério Público! Era só o que faltava! Mas será o Benedito? Ninguém vai tomar providência nesta pouca vergonha de se assassinar e ficar por isso mesmo? Nem mesmo o Ministério Público do Estado da Parahyba vai tirar essa questão a limpo duma vez por todas? Já não bastam outras injustiças que esse Estado amarga? Poupem-se paraibanos de mais injustiças!
 
VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mas se ainda assim nada sirva de consolo à honra e à dignidade da Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, que apenas essa última fotossemiótica do Agente do Detran-PB, Diogo Nascimento, com gesto nobre de que tudo tá em ordem e sob a lei, com o seu aceno positivo de polegar pra cima, tranquilize o povo paraibano por meio de seu Ato Heróico.
 
Que Ato Heróico? Quem sustentou só e matou no próprio peito a crueldade perversa, indomável, colossal, abissal e insatisfeita dum futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata de certo Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino, devorando-lhe o corpo, a alma e o espírito generosos de servir sempre à humanidade? Ato heróico porque seu coração se salvou e salvou a todos naquela máxima de Monty, 2014: “E se me matam escapo morto!” ou à luz de Gandhy “Quem não vive pra servir não serve pra viver!”?
 
Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Mangabeira FM e Presidente da FUCIRLA-PB)

“QUEM NÃO PODE SE SACODE” EM “O CAPITAL” DE KARL MARX

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“QUEM NÃO PODE SE SACODE” EM “O CAPITAL” DE KARL MARX
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
 
I. INTRODUÇÃO
Trata-se de análise sobre o óbvio, trivial e ululante de matéria ignorante a despeito de coisas erráticas no entorno da vida e obra dum dos primeiros socialistas da Europa, o Karl Marx. Estudo esse que se dá de forma mais específica quando o autor de “O Capital” se situou e se fixou em Londres, frequentando à Corte da nobreza da Inglaterra.
 
Daí também que se tratar-se-á ainda aqui de estudar a ignorância por completo de matéria sobre a ignorância turrona da vida e obra marxista e/ou de Karl Marx, a saber, nesse trecho citado.
 
II. QUE PORRA É ESSA, VAREI?
” Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia “O Capital” até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi correspondente do jornal “New York Herald” por breve período, o que não resultava em quantias suficientes para manter a família.
 
Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.
 
Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.
 
Esse é o ídolo da esquerda. O “pai do socialismo”. Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lulla, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo. Pois é. Cada um tem a referência que merece.
 
E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.
 
Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores.”
 
III. QUESTÃO À BABOSEIRA SEM DIALÉTICA CONTRA A VIDA E OBRA DE KARL MARX
Quem escreve esta baboseira supracitada sobre a dialética da economia socialista de Karl Marx é um analfabeto político, ressentido e frustrado. Além do mais porque nunca conseguiu escrever uma obra por insignificante que seja sobre quaisquer temas ou banalidades triviais e ululantes a respeito de quaisquer autores.
 
Devia lavar a boca antes de pronunciar o nome de Karl Marx, o maior teórico sobre Economia Socialista do Mundo.
 
Karl Marx é o autor mais citado nas teses de doutorado, mestrado, especialização, graduação e tcc’s em todas universidades do Mundo.
 
Karl Marx é o teórico mais importante sobre a economia socialista de todos os tempos, desde mesmo a genialidade de Pitágoras, filósofo e matemático da Grécia Antiga.
 
Karl Marx é citado por meio do maior Compêndio de Economia Socialista Mundial, “O CAPITAL”.
 
IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Sequer esse embuste de analfabeto político cita uma referência bibliográfica sobre Karl Marx por pequena ou insignificante que seja. Quem ele pensa que é agindo assim igual à ignorância dum turrão?
 
Por acaso seria mais um deboche de pequeno ignorante, oriundo de teses do cinismo e indo direto à semiótica de anônimos esqutecidos e infelizes.
 
V. FONTES:
CALHOUN, Craig J. (2002). Classical Sociological Theory. Oxford: Wiley-Blackwell. ISBN 978-0-631-21348-2
SINGER, Peter (1980). Marx. Oxford: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-287510-5
 
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL

 

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
Autor: Montgomery Vasconcelos (FUCIRLA/PB)

I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.

II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA MAS CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, ridículo, flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores.

Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI e como ele consabido os empreende, a saber: trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul.

Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber: reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.

III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.

Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários da Comunidade Científica Universitária.

Tratam-se de participantes dum mesmo clube do bolinha e da luluzinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática, comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN. Equidistâncias de mesmas proporções duma mesma relatividade como sendo também outro poder paralelo, tamanha é essa sua parafernália burocrática e acadêmica alopradas.

Posto ainda que essas artemanhas jamais prestam contas de seus atos corruptos nesses seus próprios concursos públicos nem por meio doutros semelhantes, tampouco doutros demais gerais e irrestritos. Haja vista que se escudam na sua autonomia universitária tão propagada nos arts. 205 a 207 da Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal/1988.

IV. QUAL O “MODUS OPERANDI” DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o “modus operandi” da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta, perversa, cruel e desumana. É como se fossem um grande clube do bolinha e da luluzinha, onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”

Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados, explorados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de públicos não têm nada. Haja vista porque todos vêm já com carta marcada, assinada e de forma infalível como se fosse essa igual à infalibilidade do Eterno.

V. COMO SE OBSERVAM OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus preferidos candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber: nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas IFES e IES de regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles preferidos e oriundos das regiões sul e sudeste, como se fossem colonizados felizes; rodízios intermináveis entre esses cargos de confiança deles mesmos, que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, caquéticos, incompetentes assumidos, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios, tristes, mau humorados e infelizes.

E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria e/ou lesa-pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação do saber.

VI. AFINAL, A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chegam ao ensino superior. Todavia, ainda assim, dessa porcentagem, 2% não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições, dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.

A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela, enquanto seus 94% vivem em total analfabetismo.

Afinal, a quem serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e, tempos depois, por esses aventureiros de desméritos sem dignidade nem honra?

VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária, recurso extremo duma nação à luz da educação?

Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, invasão, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas/ONU. Fora essas acepções e/ou exceções é armação!

VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitoria tem de responder essa pergunta ao povo da Paraíba, Nordeste e Brasil.

Por que os Familiares dos alunos e das alunas nunca têm acesso também como inscritos e/ou cadastrados à pagina SIGAA/UFPB deles, os seus entes queridos, conforme prática doutras Universidades, a saber: Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN?

O Cadastro dos Familiares na página dos alunos e alunas é, também, uma Medida de apoio acadêmico imprescindível. Medida essa que visa à carreira acadêmica de sucesso, além ainda de servir pra os auxiliar, os apoiar e os orientar. O que também não as exime de grandes irregularidades como as que ocorrem em o seu mais recente concurso público (2017-2018) pra professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN!

Haja vista que esses alunos e alunas, seus familiares e entes queridos, ficam desprotegidos, abandonados e se sentem como um estranho no ninho da UFPB. Universidade essa quem lhes adoecem de estresse, nunca os acolhem nem os tratam, deixando-os assim como trapos humanos, com a autoestima baixíssima e vivendo em petição de miséria acadêmica na sua tríade: ensino, pesquisa e extensão.

Constata-se que a Biblioteca Central/UFPB não oferece o menor conforto ao seu corpo docente, discente e pessoal técnico-administrativo pesquisar, tampouco trabalhar, que dirá às demais instituições que lhes celebram intercâmbios.

IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central/UFPB: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática avançada disponível à pesquisa nem aos pesquisadores.

Por tudo isso que se expõe aqui, a Biblioteca Central/UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles, antes, durante e após a sua cena inaugural, bem como, também, ainda, daqui pra frente.

Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofos por meio dessas suas goteiras e infiltrações.

X. AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propagada nos Arts. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa maneira, transforma-se numa autonomia universitária sem noção, que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!

A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar! Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.

XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de Qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!”

Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica Universitária que lhe dá respaldo.

O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade.

Posto ainda que o Campus I da UFPB é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade em a sua tríade que lhe sustenta por meio duma base sólida, a saber: ensino, pesquisa e extensão.

XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação!

Atenção! Atenção!

Corpo docente, discente e funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!

E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto tangido pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?

Diga lá Reitoria, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim! Qual o porquê disso tudo? Sabe por que? Porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública/UFPB desde mesmo a sua cena inaugural, a sua origem.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL

A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado com a ameaça de Napoleão Bonaparte, que já havia anunciado-lhe pessoalmente a sua invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodigioso à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvera caído numa cena de coroação-destronamento ou coroação-bufa, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas pelo filólogo russo Bakhtin.
 
II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, que lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aos seus negociadores.
 
Eis pois aqui expostas as maracutaias de Dom João VI e como ele as empreende, a saber: trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu, da universidade por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo continente América do Sul.
 
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada em 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal continua com esse mesmo propósito de só servir à Corte Real Luso-Brasileira instalada aqui desse modo, a saber: reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas e demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro.
 
III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.
 
Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários. Tratam-se de participantes dum mesmo clube do Bolinha e da Lulusinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN como sendo também o Poder Paralelo, tamanha é a sua parafernália burocrática e acadêmica aloprada.
 
IV. QUAL O MODUS OPERANDI DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o modus operandi da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta como se fossem um grande clube do Bolinha e da Luluzinha onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”
 
Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de público não tem nada, porque todos vêm já de carta marcada, assinada e de forma infalível.
 
V. COMO SE OBSERVA OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber: nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles oriundos das regiões sul e sudeste; rodízios intermináveis entre eles mesmos que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, incompetentes, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios e infelizes.
 
E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação.
 
VI. AFINAL, A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chega ao ensino superior, mas ainda assim não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.
 
A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela. Afinal pra que serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e depois por esses aventureiros sem dignidade nem honra.
 
VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária?
 
Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas. Fora essas acepções é armação!
 
VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitora tem de responder essa pergunta para o povo da Paraíba, do Nordeste e do Brasil.
 
Constata-se que a Biblioteca Central não tem o menor conforto para o seu corpo docente, discente e pessoal técnico administrativo pesquisar, tampouco trabalhar que dirá para as instituições que lhe celebram intercâmbios.
 
IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática disponível à pesquisa nem aos pesquisadores. Por tudo isso a Biblioteca Central da UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles daqui pra frente.
 
Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofo dessas goteiras e infiltrações.
X. AUTOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propalada no Art. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa forma transforma-se numa autonomia universitária sem noção que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!
 
A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar. Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.
 
XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!” Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica que lhe dá respaldo.
 
O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade. Posto que é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade.
 
XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação! Atenção! Atenção! Corpo Docente, Discente e Funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!
 
E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto chicoteado pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?
 
Diga lá Reitora, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública desde mesmo a sua origem.
 
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Radio Mangabeira FM-PB)

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