QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Aos 21 dias do mês de abril de 2018 completa 518 anos do descobrimento do Brasil, que se deu na Região Nordeste, no Estado da Bahia, mais preciso em Ilheus-BA, e ainda continuam as injustiças dos maiorais, coroneis e chefes de capangagem eletrônicos como o maior exemplo do Cidadão Kane da Parahyba, também dono do Império São Braz do café sujo de sangue e sonegador de impostos R$ 7,5 (Sete Milhões e Quinhentos Mil Reais) em 2010.
 
Trata-se dum mega empresário vendedor de café sujo de sangue na Parahyba, quem se meteu, também, no ramo da comunicação, por meio das TV Cabo Branco e TV Parahyba, ambas afiliadas à Rede Globo. Essas emissoras existem pra propagar tal qual a filosofia nefasta de Joseph Goebells, Secretário do Departamento de Propaganda de Hitler, quando assim pontifica: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade!”
 
II. QUEM MATOU O AGENTE DO DETRAN-PB? JURO QUE NÃO FUI EU?
Há um ano e três meses [21/1/2017 a 21/4/2018] do atropelamento dum Agente do Detran-PB, quem comandava uma blitz da Lei Seca em Manaíra, bairro nobre da Capital na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, mas que ainda ninguém, ninguém mesmo, sabe quando o futuro Magnata, herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino irá ser julgado! Isso é uma justiça escrachada e cara de pau! Varei!
 
Até agora o futuro Cidadão Kane da Paraíba e Magnata herdeiro do Império São Braz do café sujo de sangue só foi preso de performance no PB I, onde debochou da liberdade como réu primário, gozando de bom comportamento, junto ao seu Porsche branco assassino, e que espantosamente, seguindo com rigor judiciário à praxe, ganhou às ruas da liberdade indigna e sem honra à ética da Parahyba, repita-se aqui, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
 
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Sem sequer questionar é por si já crime por omissão. Logo, a questão fundamental é trazer esse caso à tona quantas vezes a mesma se fizer necessário, e não serão poucas. Fiquem certos disso.
 
E nem adianta o Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Brás do café sujo de sangue mandar seus capangas eletrônicos assaltarem-me, confiscarem-me celulares e demais tecnologias midiáticas porque não sou mais um Agente do Detran-PB, que deixou, por causa de seu herdeiro criminoso, uma pobre viúva desamparada pelo Estado.
 
III. A JUSTIÇA ESTÁ DE PONTA À CABEÇA NA PARAHYBA
Pra Justiça então, conclui-se que a prova do crime até agora é o Porsche branco assassino. E assim mesmo porque caiu a sua placa quando fora atropelado pelo Agente do Detran-PB em serviço e de Plantão, razão pela qual no Brasil e, mais preciso, aqui na Parahyba o mundo tá de ponta à cabeça. Enfim, o mundo tá de cabeça pra baixo. Haja vista que nem isso havia como prova, caso a placa do Porsche não houvesse caído por obra e graça do destino.
 
Quer ver uma coisa mais séria e crítica nesse caso do futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue, dono do Porsche branco assassino? Tem foto de quem o pilotava na hora, pelo menos, ou a confissão do piloto do Porsche que fora atropelado pelo Agente do Detran-PB? Dessa forma, a justiça está de ponta à cabeça na Paraíba. De cabeça pra baixo!
 
IV. “QUEM MORREU FOI QUEM PERDEU A VIDA!” VAI FICAR POR ISSO MESMO?
É assim que funciona a coisa pra justiça. E nem adianta tergiversar. Sabe por que? Porque pra Justiça essas provas são imprescindíveis. Ainda mais quando o assassino é primário, se evadiu da cena do crime e se livrou do flagrante. Isso é primário, elementar, cartilha do abc nas lides da justiça. “Quem morreu foi quem perdeu a vida!” Eis o ditado popular na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil! Vai ficar por isso mesmo?
 
A Parahyba foi a única Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil que criou, com originalidade clássica por meio da “Poética”, obra do filósofo grego Aristóteles, a palavra Varei! Varei é a maior prova de comunicação por meio duma expressão de espanto ou ainda uma variante linguística genuinamente paraibana pra casos como este! O futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue que ainda não foi julgado? Varei!
 
V. MORAL DA FÁBULA SEMIÓTICA DO PORSCHE BRANCO ASSASSINO:
Apertem novamente, agora o futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue e proprietário do Porsche branco assassino pra saber quem o pilotava na hora em que o Agente do Detran-PB o atropelou, que logo chegarão ao verdadeiro assassino. Pois só assim a pobre viúva do Agente do Detran-PB não ficará injustiçada nem desamparada pelo Estado da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
 
Tampouco ainda a Parahyba carregará essa pecha de Injustiça, que a maculará e a envergonhará diante do Brasil e do mundo. Nem tampouco nenhuma Filha sua ou Filho seu nunca lhe dirão em Latim nem Português: “Ingrata Patria! Ossea mea nom possidebis!” (latim) Ingrata Pátria! Não possuirás os meus ossos! (tradução livre) Bem como aquela máxima “O Brasil não é um país sério!” dum antigo, retrógrado e surrado Presidente da França, o General Charles de Gaulle, jamais venha a ser uma verdade definitiva.
 
VI. PELA ORDEM! JUSTIÇA DA PARAHYBA!
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Pressuposto assim tão irresponsável e omisso diante de falta grave pra todos desta que foi mesmo a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585?
 
Proteste-se em o nome da lei e da ordem! Pela ordem Ministério Público! Era só o que faltava! Mas será o Benedito? Ninguém vai tomar providência nesta pouca vergonha de se assassinar e ficar por isso mesmo? Nem mesmo o Ministério Público do Estado da Parahyba vai tirar essa questão a limpo duma vez por todas? Já não bastam outras injustiças que esse Estado amarga? Poupem-se paraibanos de mais injustiças!
 
VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mas se ainda assim nada sirva de consolo à honra e à dignidade da Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, que apenas essa última fotossemiótica do Agente do Detran-PB, Diogo Nascimento, com gesto nobre de que tudo tá em ordem e sob a lei, com o seu aceno positivo de polegar pra cima, tranquilize o povo paraibano por meio de seu Ato Heróico.
 
Que Ato Heróico? Quem sustentou só e matou no próprio peito a crueldade perversa, indomável, colossal, abissal e insatisfeita dum futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata de certo Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino, devorando-lhe o corpo, a alma e o espírito generosos de servir sempre à humanidade? Ato heróico porque seu coração se salvou e salvou a todos naquela máxima de Monty, 2014: “E se me matam escapo morto!” ou à luz de Gandhy “Quem não vive pra servir não serve pra viver!”?
 
Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Mangabeira FM e Presidente da FUCIRLA-PB)
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“QUEM NÃO PODE SE SACODE” EM “O CAPITAL” DE KARL MARX

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“QUEM NÃO PODE SE SACODE” EM “O CAPITAL” DE KARL MARX
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
 
I. INTRODUÇÃO
Trata-se de análise sobre o óbvio, trivial e ululante de matéria ignorante a despeito de coisas erráticas no entorno da vida e obra dum dos primeiros socialistas da Europa, o Karl Marx. Estudo esse que se dá de forma mais específica quando o autor de “O Capital” se situou e se fixou em Londres, frequentando à Corte da nobreza da Inglaterra.
 
Daí também que se tratar-se-á ainda aqui de estudar a ignorância por completo de matéria sobre a ignorância turrona da vida e obra marxista e/ou de Karl Marx, a saber, nesse trecho citado.
 
II. QUE PORRA É ESSA, VAREI?
” Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia “O Capital” até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi correspondente do jornal “New York Herald” por breve período, o que não resultava em quantias suficientes para manter a família.
 
Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.
 
Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.
 
Esse é o ídolo da esquerda. O “pai do socialismo”. Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lulla, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo. Pois é. Cada um tem a referência que merece.
 
E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.
 
Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores.”
 
III. QUESTÃO À BABOSEIRA SEM DIALÉTICA CONTRA A VIDA E OBRA DE KARL MARX
Quem escreve esta baboseira supracitada sobre a dialética da economia socialista de Karl Marx é um analfabeto político, ressentido e frustrado. Além do mais porque nunca conseguiu escrever uma obra por insignificante que seja sobre quaisquer temas ou banalidades triviais e ululantes a respeito de quaisquer autores.
 
Devia lavar a boca antes de pronunciar o nome de Karl Marx, o maior teórico sobre Economia Socialista do Mundo.
 
Karl Marx é o autor mais citado nas teses de doutorado, mestrado, especialização, graduação e tcc’s em todas universidades do Mundo.
 
Karl Marx é o teórico mais importante sobre a economia socialista de todos os tempos, desde mesmo a genialidade de Pitágoras, filósofo e matemático da Grécia Antiga.
 
Karl Marx é citado por meio do maior Compêndio de Economia Socialista Mundial, “O CAPITAL”.
 
IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Sequer esse embuste de analfabeto político cita uma referência bibliográfica sobre Karl Marx por pequena ou insignificante que seja. Quem ele pensa que é agindo assim igual à ignorância dum turrão?
 
Por acaso seria mais um deboche de pequeno ignorante, oriundo de teses do cinismo e indo direto à semiótica de anônimos esqutecidos e infelizes.
 
V. FONTES:
CALHOUN, Craig J. (2002). Classical Sociological Theory. Oxford: Wiley-Blackwell. ISBN 978-0-631-21348-2
SINGER, Peter (1980). Marx. Oxford: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-287510-5
 
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL

 

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
Autor: Montgomery Vasconcelos (FUCIRLA/PB)

I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.

II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA MAS CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, ridículo, flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores.

Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI e como ele consabido os empreende, a saber: trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul.

Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber: reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.

III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.

Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários da Comunidade Científica Universitária.

Tratam-se de participantes dum mesmo clube do bolinha e da luluzinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática, comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN. Equidistâncias de mesmas proporções duma mesma relatividade como sendo também outro poder paralelo, tamanha é essa sua parafernália burocrática e acadêmica alopradas.

Posto ainda que essas artemanhas jamais prestam contas de seus atos corruptos nesses seus próprios concursos públicos nem por meio doutros semelhantes, tampouco doutros demais gerais e irrestritos. Haja vista que se escudam na sua autonomia universitária tão propagada nos arts. 205 a 207 da Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal/1988.

IV. QUAL O “MODUS OPERANDI” DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o “modus operandi” da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta, perversa, cruel e desumana. É como se fossem um grande clube do bolinha e da luluzinha, onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”

Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados, explorados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de públicos não têm nada. Haja vista porque todos vêm já com carta marcada, assinada e de forma infalível como se fosse essa igual à infalibilidade do Eterno.

V. COMO SE OBSERVAM OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus preferidos candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber: nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas IFES e IES de regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles preferidos e oriundos das regiões sul e sudeste, como se fossem colonizados felizes; rodízios intermináveis entre esses cargos de confiança deles mesmos, que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, caquéticos, incompetentes assumidos, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios, tristes, mau humorados e infelizes.

E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria e/ou lesa-pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação do saber.

VI. AFINAL, A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chegam ao ensino superior. Todavia, ainda assim, dessa porcentagem, 2% não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições, dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.

A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela, enquanto seus 94% vivem em total analfabetismo.

Afinal, a quem serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e, tempos depois, por esses aventureiros de desméritos sem dignidade nem honra?

VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária, recurso extremo duma nação à luz da educação?

Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, invasão, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas/ONU. Fora essas acepções e/ou exceções é armação!

VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitoria tem de responder essa pergunta ao povo da Paraíba, Nordeste e Brasil.

Por que os Familiares dos alunos e das alunas nunca têm acesso também como inscritos e/ou cadastrados à pagina SIGAA/UFPB deles, os seus entes queridos, conforme prática doutras Universidades, a saber: Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN?

O Cadastro dos Familiares na página dos alunos e alunas é, também, uma Medida de apoio acadêmico imprescindível. Medida essa que visa à carreira acadêmica de sucesso, além ainda de servir pra os auxiliar, os apoiar e os orientar. O que também não as exime de grandes irregularidades como as que ocorrem em o seu mais recente concurso público (2017-2018) pra professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN!

Haja vista que esses alunos e alunas, seus familiares e entes queridos, ficam desprotegidos, abandonados e se sentem como um estranho no ninho da UFPB. Universidade essa quem lhes adoecem de estresse, nunca os acolhem nem os tratam, deixando-os assim como trapos humanos, com a autoestima baixíssima e vivendo em petição de miséria acadêmica na sua tríade: ensino, pesquisa e extensão.

Constata-se que a Biblioteca Central/UFPB não oferece o menor conforto ao seu corpo docente, discente e pessoal técnico-administrativo pesquisar, tampouco trabalhar, que dirá às demais instituições que lhes celebram intercâmbios.

IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central/UFPB: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática avançada disponível à pesquisa nem aos pesquisadores.

Por tudo isso que se expõe aqui, a Biblioteca Central/UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles, antes, durante e após a sua cena inaugural, bem como, também, ainda, daqui pra frente.

Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofos por meio dessas suas goteiras e infiltrações.

X. AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propagada nos Arts. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa maneira, transforma-se numa autonomia universitária sem noção, que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!

A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar! Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.

XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de Qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!”

Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica Universitária que lhe dá respaldo.

O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade.

Posto ainda que o Campus I da UFPB é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade em a sua tríade que lhe sustenta por meio duma base sólida, a saber: ensino, pesquisa e extensão.

XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação!

Atenção! Atenção!

Corpo docente, discente e funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!

E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto tangido pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?

Diga lá Reitoria, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim! Qual o porquê disso tudo? Sabe por que? Porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública/UFPB desde mesmo a sua cena inaugural, a sua origem.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL

A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado com a ameaça de Napoleão Bonaparte, que já havia anunciado-lhe pessoalmente a sua invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodigioso à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvera caído numa cena de coroação-destronamento ou coroação-bufa, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas pelo filólogo russo Bakhtin.
 
II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, que lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aos seus negociadores.
 
Eis pois aqui expostas as maracutaias de Dom João VI e como ele as empreende, a saber: trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu, da universidade por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo continente América do Sul.
 
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada em 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal continua com esse mesmo propósito de só servir à Corte Real Luso-Brasileira instalada aqui desse modo, a saber: reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas e demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro.
 
III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.
 
Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários. Tratam-se de participantes dum mesmo clube do Bolinha e da Lulusinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN como sendo também o Poder Paralelo, tamanha é a sua parafernália burocrática e acadêmica aloprada.
 
IV. QUAL O MODUS OPERANDI DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o modus operandi da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta como se fossem um grande clube do Bolinha e da Luluzinha onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”
 
Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de público não tem nada, porque todos vêm já de carta marcada, assinada e de forma infalível.
 
V. COMO SE OBSERVA OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber: nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles oriundos das regiões sul e sudeste; rodízios intermináveis entre eles mesmos que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, incompetentes, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios e infelizes.
 
E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação.
 
VI. AFINAL, A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chega ao ensino superior, mas ainda assim não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.
 
A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela. Afinal pra que serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e depois por esses aventureiros sem dignidade nem honra.
 
VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária?
 
Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas. Fora essas acepções é armação!
 
VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitora tem de responder essa pergunta para o povo da Paraíba, do Nordeste e do Brasil.
 
Constata-se que a Biblioteca Central não tem o menor conforto para o seu corpo docente, discente e pessoal técnico administrativo pesquisar, tampouco trabalhar que dirá para as instituições que lhe celebram intercâmbios.
 
IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática disponível à pesquisa nem aos pesquisadores. Por tudo isso a Biblioteca Central da UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles daqui pra frente.
 
Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofo dessas goteiras e infiltrações.
X. AUTOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propalada no Art. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa forma transforma-se numa autonomia universitária sem noção que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!
 
A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar. Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.
 
XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!” Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica que lhe dá respaldo.
 
O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade. Posto que é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade.
 
XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação! Atenção! Atenção! Corpo Docente, Discente e Funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!
 
E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto chicoteado pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?
 
Diga lá Reitora, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública desde mesmo a sua origem.
 
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Radio Mangabeira FM-PB)

A SEMIÓTICA DA NUDOFOBIA NO BRASIL

A SEMIÓTICA DA NUDOFOBIA NO BRASIL

I. INTRODUÇÃO
O nu é visto como motivo de orgulho pela cultura milenar da Grécia desde época imemorial tribal da existência pregressa de sua mitologia helênica. Enquanto isso na cultura dos povos judeus e cristãos o nu é visto como motivo de vergonha, constrangimento e mal-estar. Destarte, jamais essas culturas irão conviver com as suas diferenças, condição “sine qua non” para a harmonia universal entre as nações no mundo inteiro nunca partido.

II. BRASIL, SOB O SIGNO COLONIAL
Imaginem o Brasil que chegou agora ao ápice de seus problemas sociais ainda insolúveis no limiar do terceiro milênio. Muito embora que o Brasil só tenha 517 anos de existência cultural, levando-se em conta ainda ser e viver sempre sob o signo dum povo colonizado feliz, ora abaixo do jugo de Portugal, Inglaterra, França, Holanda, ora sob o jugo cruel dos Estados Unidos da América do Norte/EUA.

III. PEDRO AMÉRICO, O DESENHO DE DEUS
Dentre toda poética pedriana, considerada o desenho de Deus, posto que esta palavra (Desenho) aponta à Infalibilidade do Eterno nas artes, inclusive, em as suas fases pedrianas, há aquela Pintura histórica de sua juventude no Museu Dom João VI, em Tela de Pedro Américo [1843-1905] pintor paraibano, no qual nesse quadro retrata o filósofo grego Sócrates aos berros e solavancos, que lhe deram no parará, tataritaritatá, de certo neófito quase desviado seu, Alcebíades, afastando-o dos braços do vício, e ainda a um outro, decerto, também, discípulo seu que lhe escapou fedendo das tentações da Festa da Carne, o Carnaval, variações da “Sátira Menipéia”, antigo gênero literário criado em homenagem a Menipo de Gadare, por ser seu precursor, séc. VIII, a.C., como era conhecido de todos na Grécia Antiga. Enfim, a poética do pintor paraibano Pedro Américo que retrata também o nu, a saber:

1) A Carioca, Museu Nacional de Belas Artes, versão de original de 1863;
2) David em seus últimos dias é aquecido pela jovem Abisag, 1879, Museu Nacional de Belas Artes;
3) A Noite com os gênios do Estudo e do Amor, 1883, Museu Nacional de Belas Artes;
4) Estudo de modelo vivo,1865, Museu Dom João VI;
5) Estudo de modelo vivo, C. 1860-1870, Coleção Privada;
6) Jocabed levando Moisés até o Nilo, 1884, Museu Nacional de Belas Artes;
7) Sócrates afastando alcebíades dos braços do vício, 1861, Museu Dom João VI. Uma pintura histórica da juventude do pintor paraibano Pedro Américo;
8) Tiradentes esquartejado nu, 1893, Museu Mariano Procópio;
9) Modelo vivo nu pós frontal em Exposição no MAM-SP, 2017.

IV. JACKSON DO PANDEIRO, O FORTE
Os Estados Unidos da América/EUA são quem por último põem o Brasil de joelhos na perda de sua soberania naciinal, retaliada pelo Pentágono norte-americano e outras atrocidades perversas de Tio Sam. Tio Sam este tão bem caricaturado na música “Chiclete com Banana”, do virtuoso cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro, comparado ao que descreve Euclides da Cunha em “OS SERTÕES”, sua epopeia brasileira: “O Sertanejo é antes de tudo um forte!”

Jackson do Pandeiro é quem denuncia Tio Sam rindo e fazendo troça dele como se quisesse destroná-lo por meio do riso e duma literatura da carnavalização ou literatura carnavalizada, que versam sobre o carnaval: a festa da carne. Motivo de teses desenvolvidas a partir de “A poética carnavalizada de Augusto dos Anjos”, outro poeta paraibano, o mais original de toda literatura brasileira, segundo o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos, noutra tese sua sobre “Recepção e transgressão, o público de Augusto dos Anjos”.

Nem é à-toa que surgem de sobressalto, do nada coisa nenhuma porque vem com endereço certo, uma onda de nudofobia (ódio ao nu) muito maior do que um tsuname, destruindo assim todo Estado Democrático de Direito, conquistado a duras penas em um Brasil derrubado por dois golpes: 1964/2016. Afinal, como odiar o nu se ninguém nasce vestido? Por acaso, alguém nasceu vestido pra reclamar a natureza seu caso de nudez?

V. PAPAGAIO FAZ PERIQUITO PAGA CONTA
O Afresco sobre a pureza do NU na gênese do humano divinizado de Miguel Angelo, no teto da Basílica de São Pedro lá no Vaticano, tem de esclarecer esse embuste dos transgressores das classes dominantes, escondendo-se de seus crimes de pedofilia, estupro, estupro coletivo com aval de impérios econômicos, judiciários, políticos, midiáticos e outros falsos profetas.

Todos esses transgressores, escudados num pseudo moralismo surrado, querem transferir agora suas faltas e blasfêmias aos artistas fracos e oprimidos.

Como nos tempos da Ditadura Militar do Golpe/1964 o Golpe/2016 também repete outra pseuda passeata eletrônica midiática pela FTP/Família Tradição e Propriedade, ignorando que imoralidade mesmo são 36 milhões de brasileiros que saíram do Mapa da Fome na ONU em 2014 e agora retornam miseráveis ao seio duma sociedade fracassada e em petição de miséria. Isso é Moral ou Imoral? Varei! “Papagaio come o milho e Periquito é quem leva a fama!”? Mudam o foco pro lado do mais fraco, sempre, a saber:

A performance do artista sobre o nu em todos os níveis da civilização (desde Miguel Angelo, Caravagio, Rembrant, Vicent Gaugan, Picasso, Salvador Dali, Anita Mafalti, Di Cavalcante) não tem nada a ver com o complexo de inferioridade duma sociedade doente, ignorante e incompetente, que sofre de nudofobia (ódio ao nu) em último estágio, jamais sua Exposição no MAM.

Vêm breve por aí, assaltando a sociedade brasileira, as maiores imoralidades de todos os tempos: FOME, SAQUE, MISÉRIA, CAOS e CORRUPÇÃO.

VI. MISTURA OS ALHOS COM BUGALHOS
A Folha de S. Paulo estupra o símbolo feminino mais sagrado da cena inaugural da gênese humana, a genitália da mulher que gera a vida e o homem, a imagem e semelhança do Eterno! Por esse desastre já se pode vê sua próxima hecatombe editorial sobre o órgão masculino, a genitália do homem. Quanta frescura, embuste, farsa e transferência de responsabilidade moral, ética e de postura e compostura. Mistura alhos com bugalhos, ao agir assim tão rasa e pueril.

A semiótica da nudofobia no Brasil constata-se na poética de Pedro Américo muito mais grande do que àquela que lhe fizeram em a sua homenagem como pintor na Capital da Parahyba. Haja vista que se deu por meio de seu próprio busto em bronze nu, e, ainda porque se lhe serve de mesmo nome à Praça Pedro Américo, ao lado do Theatro Santa Roza, na Capital da Parahyba, sua terra natal, outrora, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585.

VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Todavia, o que fazem mesmo é somente macaquear sobre a origem divina da raça humana, porque o conteúdo é o mesmo mas as formas são várias, nas quais muitos preferem as da Região Nordeste do Brasil, onde o País foi descoberto em Porto Seguro-BA, a saber: “Amor de pica onde bate fica!” equivalência ao “Amor de xota onde chega brota!”

João Pessoa, 14 de outubro de 2017.

Prof. Dr. Montgômery José de Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

VANDRÉ VOLTA MAIS GRANDE À PARAHYBA DO QUE AOS SEUS 82 ANOS DE POÉTICA “CAMINHANDO E CANTANDO”

VANDRÉ VOLTA MAIS GRANDE À PARAHYBA DO QUE AOS SEUS 82 ANOS DE POÉTICA “CAMINHANDO E CANTANDO”
O mito vivo da Música Popular Brasileira/MPB é Geraldo Vandré, nascido na Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585. Constate-se essa acertiva por meio de suas fontes e registros no Memorial da Poética Vandreana Nacional.

Eis aqui também ainda outro mistério de mártires que tombam como João Pedro Teixeira, Elisabete Teixeira, Margarida Maria Alves, Rebeca (estudante do Colégio Militar/Mangabeira-PB) Diogo (Agente do Detran-PB) e até mesmo um Geraldo Vandré, repita-se, o mito da Música Popular Brasileira/MPB, quem volta mais grande à Parahyba do que esses seus 82 anos de poética “Caminhando e Cantando”, nos palcos do Espaço Cultural José Lins do Rego, a 22 e 23/3/2018, ainda vivo, acompanhado pela Orquestra Sinfônica da Paraíba.

E ainda nesse diapasão de performace como outra atriz social, vem por último, Marielle Franco morta: presença viva. A eles, mártires vivos ou aqueles que escaparam mortos, sob o fogo cerrado da própria resistência de suas guerrilhas socioculturais, que se entendam consigo mesmos assim: “Na mão esquerda trago uma certeza, na mão direita uma garantia. Atenção, às vezes eu troco de mãos!” (VANDRÉ: 2018)

Eis aqui a maior filosofia de toda a cena inaugural da poética revolucionária vandreana, desde os anos 1968, assentada em bases sólidas de seu idealismo, mas que só foi concebida a partir de os Festivais da Canção, na TV Record, em São Paulo-SP, vindo à tona quando se quebra o silêncio de sua autoria anônima, a saber: “Protesto é coisa de quem não tem poder!” (VANDRÉ: 2014) por entre registros encontrados nas redes sociais de Youtubes e demais.

Outrora, houve no dia 2/12/2017, sábado à noite, às 20h, o Tributo a poética de Belchior na cidade de Remígio-PB, cumprindo programação de Nos Caminhos do Frio, onde foi preciso a Equipe do Jornal das XVIII, Rádio Mangabeira FM, “botar o pé na estrada like Rolling Stone” pra assistir às titãs da música paraibana, orientadas pela maestria dum mago solitário nos palcos duma só viola chamado Milton Dornelas.

Sem falsa modesta, nesse Tributo a Belchior, Milton Dornelas por sua vez é quem faz sozinho uma leitura original e virtuosa de “Hora do Almoço”, a ponto de a recriar por meio dum solo constante de viola ponteada em concomitância à luz de sua voz de barítono empostada à naturalidade com originalidade.

A propósito, o Milton Dornelas com “Hora do Almoço” devia ser o prefixo do espetáculo Tributo a Belchior. Haja vista que tal obra belchioriana é a cena inaugural de sua carreira quando recém saído dum Mosteiro em Sobral-CE ingressa num Festival de Música Popular Brasileira e arrebata o 1° Lugar. A partir de então Belchior coleciona 1°s lugares nos demais festivais, inclusive no Sudeste e Sul do Brasil e também em nível nacional e internacional.

Enfim, por que o Milton Dornelas com “Hora do Almoço” deve ser o prefixo do espetáculo “Tributo a Belchior” ou abrir a cena inaugural dessa performance coletiva de toda poética do artista sobralense/cearense? Porque além de virtuosos, Milton Dornelas e Belchior, são predestinados à poética cidadã não só latino-americana mas mundial. Sem contar que são artistas completos e imprescindíveis à altura dum Espetáculo arranjado pela competência musical única do Quinteto Uirapurú.

Como se não lhes bastassem ainda a originalidade e a virtuosidade com que permeia a obra de Belchior, Milton Dornelas representa o ápice duma espécie de perfil na performance feminina desse espetáculo indizível em que as Mulheres Cantoras ou as Cantoras Mulheres dão o tom mais forte, e que por isso mesmo destacam-se dos demais. Avante Cantoras Mulheres ou Mulheres Cantoras nesse Tributo a Belchior.

Todavia é imprescindível e imperioso também em palcos da Paraíba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, que se façam urgentes outros Tributos bem mais carentes, agora, com artistas paraibanos alguns ainda vivos e esquecidos, a saber:

Geraldo Vandré é o mito vivo da Música Popular Brasileira/MPB desde a cena inaugural de sua criação “Pra não dizer que não falei de flores”, poema épico que retrata a epopéia revolucionária do povo duma nação chamada Brasil, na qual ele por meio doutro maior gesto exemplar de patriotismo se arrepia embargado e emudece pela emoção cobrindo-se com a Bandeira Brasileira e agarrando-se à Ela unicamente todo de branco num Canto de Paz. Ou ainda mais recente quando em 2014 quebra seu silêncio de 38 anos por meio da máxima filosófica “Protesto é coisa de quem não tem poder!” Dentre tantas evidências eis outra constatação de que é mesmo o mito vivo da Música Popular Brasileira/MPB, por ser o maior compositor revolucionário de todos os tempos, patriota sobrevivente aos Golpes de 1964 e 2016. Nem é à toa que dentre muitos convites e realizações virtuosas internacionais suas, também, fora convidado pela Espanha de Cervantes pra compor uma Ópera àquela Nação.

Noutro diapasão, ainda, na poética da Parahyba, fazendo contraponto à de Vandré, Cassiano, aquele precursor da soul music, quem dentre tantos sucessos compôs “A Lua e Eu”; Genival Lacerda consagrando-se em “Severina Xique Xique” nos seus 67 anos de trabalho ininterruptos; Sivuca, renomado no mundo inteiro por meio de a sua “Feira de Mangaio”; Jackson do Pandeiro, eternizado em o seu “Chiclete com Banana”, carnavalizando Tio Sam, só pra recomeçar outro tributear no Memorial da Poética Vandreana Nacional.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

TESTE VOCACIONAL I


Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-PB

Por meio de seu Presidente e pesquisador, Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos, propõe Teste Vocacional I à Juventude Secundarista Brasileira, rumo à mudança de opção do Brasil pela Educação, posto ser esta que irá salvar o país jamais a corrupção! Jovens, façam seu Teste Vocacional I junto aos seus pais, professores e colegas, a saber:

Teste Vocacional I

1 – O professor que teve a maior influência sobre mim foi aquele:

( ) Que me identificou como uma das melhores

( ) Que me mostrou uma nova e promissora área de trabalho

( ) Que me ensinou a raciocinar criticamente

( ) Que me auxiliou na busca por uma melhora nas minhas relações interpessoais

( ) Que me ajudou a enxergar novos interesses e talentos.

2 – O meu maior sonho é:

( ) Viver em uma sociedade onde a igualdade social exista de forma plena

( ) Conseguir desenvolver meus talentos e habilidades plenamente

( ) Ser amada e respeitada por aqueles que estão a minha volta

( ) Ter muito conforto sem precisar me preocupar com dinheiro

( ) Conseguir reconhecimento como a melhor naquilo que faço.

3 – Sou sempre procurada por meus amigos quando estes:

( ) Necessitam de uma opinião sobre temas pelos quais eu tenho interesse

( ) Desejam desabafar sobre algo que aconteceu com eles

( ) Precisam de uma orientação sobre algo que queiram comprar

( ) Querem se informar sobre o que está na moda

( ) Estão em dificuldade e necessitam de ajuda.

4 – Livros, revistas e demais tecnologias midiáticas imprescindíveis são:

( ) Meios que podem me ajudar a realizar meus objetivos

( ) Meios de conhecimento sobre os assuntos que eu tenho interesse

( ) Uma maneira de ficar informada e saber sobre a vida das pessoas

( ) Referências que me ajudam a ser uma cidadã consciente

( ) Uma forma de obter informações atuais pra poder conversar com os amigos.

5 – O que procuro saber quando conheço alguém do sexo oposto é:

( ) Em quem votou nas últimas eleições

( ) Onde mora e em que escola estuda

( ) Quais são os seus costumes e interesses

( ) Quais lugares frequenta e quem são seus amigos

( ) Algo sobre sua família e seus melhores amigos.

6 – Espero que daqui a dez anos eu seja uma profissional:

( ) Reconhecida e valorizada no mercado

( ) Séria, dando continuidade ao trabalho dos meus pais

( ) Atuante em minha comunidade

( ) Realizada e fazendo aquilo que gosto

( ) Bem sucedida financeiramente.

7 – Sempre que vou dar um presente a um amigo eu procuro:

( ) Escolher algo que o faça se sentir especial e diferente dos demais

( ) Encontrar algo que ele de fato goste e valorize

( ) Encontrar algo que ele possa aproveitar junto com seus amigos

( ) Escolher algo de qualidade como roupa de grife ou equipamento importado

( ) Escolher algo que nós dois gostamos.

8 – As minhas férias seriam as melhores se:

( ) Eu fosse esquiar nas montanhas nos lugares mais badalados

( ) Eu fosse à praia ou campo levando meus amigos de colégio

( ) Em qualquer lugar, desde que num hotel 5 estrelas e com todas as mordomias

( ) Eu pudesse fazer tudo aquilo que gosto e não tenho tempo de fazer

( ) Eu estivesse envolvida num projeto comunitário numa cidade do interior.

9 – Os esportes que mais me atraem são aqueles que:

( ) Possibilitem a interação com meus amigos da escola

( ) Incluem trabalho em grupo e equipe

( ) Fazem com que a atleta se destaque e fique famosa

( ) Trazem sucesso financeiro e poder

( ) Permitem que eu me descontraia e aproveite os amigos.

10 – Em relação à minha família, eu gosto de falar sobre:

( ) O sucesso que alcançaram e o prestígio que eles têm

( ) A parte interessante da profissão dos meus pais

( ) As coisas que fazemos juntos

( ) A sua origem social e o orgulho que sinto em relação à ela

( ) As suas vitórias pessoais e econômicas.

11 – Quando acabo de conhecer alguém, geralmente falo sobre:

( ) Pessoas famosas e importantes que conheço

( ) Carros, viagens e os lugares mais badalados que costumo frequentar

( ) Os meus interesses e hobbies

( ) Os casos que aconteceram comigo, da minha família e de amigos

( ) Política e as desigualdades sociais.

12 – Eu vejo o paraíso como um lugar onde eu possa:

( ) Aproveitar o que a vida tem de melhor

( ) Curtir as pessoas de quem eu mais gosto

( ) Confiar em todos, e onde as diferenças sociais não existam

( ) Encontrar muitas pessoas famosas e interessantes

( ) Fazer o que gosto do jeito que quero

13 – Gosto de ser lembrada por:

( ) Sempre ajudar aos outros

( ) Meu sobrenome

( ) Coisas que conquisto

( ) Minha popularidade

( ) Meu jeito de ser

14 – O que mais me atrai no jeito da pessoa que estou ficando ou namorando é:
( ) A vida agitada e cheia de acontecimentos que ela tem: esportes radicais

( ) A maneira como ela aproveita a vida, com viagens, festas e roupas da moda

( ) A forma como ela curte tudo o que faz

( ) A proximidade com os amigos e família

( ) A sua forma de agir, sempre se preocupando com os outros

15 – Admiro profissionais que:

( ) São muito bons e sempre estão envolvidos com trabalhos voluntários

( ) Seguem a tradição profissional da família e têm sucesso

( ) São considerados os melhores na sua profissão

( ) Sentem-se felizes e plenamente satisfeitos com seu trabalho

( ) Fazem sucesso e ficam ricos com seu trabalho

16 – Atividade que eu escolheria se fosse trabalhar nas férias seria aquela que:
( ) Fosse feita em equipe

( ) Colocasse-me em contato com pessoas bem sucedidas

( ) Fosse bem renumerada

( ) Permitisse-me fazer aquilo que gosto

( ) Fosse voluntária e que eu pudesse ajudar o maior número de pessoas

17 – Procuro estar sempre cercada por:

( ) Pessoas que gostam de viver bem

( ) Pessoas próximas, em quem confio

( ) Gente que tem sempre novidades pra contar

( ) Quem gosta daquilo que gosto

( ) Pessoas que atuam de forma ética na sociedade

18 – Para mim, a pior coisa é:

( ) Não ser reconhecida por minhas realizações

( ) Ser obrigada a fazer coisas que não me agradam

( ) Ficar distante de amigos e familiares

( ) Não poder fazer o que gosto por falta de dinheiro

( ) Fazer coisas que vão contra meus valores

19 – O que devo fazer paralelo à formação pra ter êxito com minhas economias

( ) Investir em ações na Bolsa de Valores (IBOVESPA)

( ) Investir em Imóveis pra ter estabilidade econômica e financeira no futuro

( ) Investir em aplicação bancária arrojada, média, conservadora ou na poupança

( ) Investir no mercado turístico, o vilão da economia local, sua vocação balneária

( ) Investir no mercado tecnológico, midiático, informática: requer habilidade

20 – As minhas horas de lazer são para:

( ) Ir ao shopping fazer compras ou passear

( ) Ir ao cinema, mexer no computador, jogar ou ler um livro

( ) Ficar em casa com amigos assistindo a um vídeo ou batendo papo

( ) Ir a lugares badalados ou saber o que acontece de interessante na cidade

( ) Obter informações sobre notícias atuais que me despertem a libido

Confira agora como este seu Teste Vocacional I visa à definição do dom com que cada pessoa nasce pra a partir daí candidatar-se às nove Áreas do Saber recomendadas pelo MEC, e com uma das quais se identificará, se formará e terá êxito em seu Curso Superior:

a) CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (Matemática, Probabilidade e Estatística, Astronomia, Ciência da Computação, Física, Química, Geociências)

b) CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (Biologia Geral, Genética, Morfologia, Fisiologia, Bioquímica, Biofísica, Farmacologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia, Ecologia, Oceanografia, Botânica, Zoologia)

c) ENGENHARIAS (Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Engenharia de Transportes, Engenharia de Minas, Engenharia de Materiais e Metalúrgica, Engenharia Química, Engenharia Nuclear, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Naval e Oceânica, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Elétrica, Engenharia Biomédica)

d) CIÊNCIAS DA SAÚDE (Medicina, Nutrição, Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Saúde Coletiva, Educação Física, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional)

e) CIÊNCIAS AGRÁRIAS (Agronomia, Recursos Florestais e Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola, Zootecnia, Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária, Ciência e Tecnologia de Alimentos)

f) CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS (Direito, Administração, Turismo, Economia, Arquitetura e Urbanismo, Desenho Industrial, Planejamento Urbano e Regional, Demografia, Ciência da Informação, Museologia, Comunicação, Serviço Social)

g) CIÊNCIAS HUMANAS (Filosofia, Teologia, Sociologia, Antropologia, Arqueologia, História, Geografia, Psicologia, Educação, Ciência Política)

h) LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES (Linguística, Letras, Artes)

i) MULTIDISCIPLINAR (Interdisciplinar: Meio Ambiente e Agrárias, Sociais e Humanidades, Engenharia/Tecnologia/Gestão, Saúde e Biológicas, Ensino de Ciências e Matemática; Materiais: Biotecnologia, Ciências Ambientais)

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

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