NO TERREIRO DA USINA

NO TERREIRO DA USINA
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)

I. INTRODUÇÃO
Avôhai começa Na Pedra de Turmalina e ao chegar à Pedra do Reino, ambas, também, formam a cultura da Parahyba do Norte por meio da epopeia sertaneja de Zé Ramalho e Ariano Suassuna, ambos já consagrados na mesma galeria de Augusto dos Anjos, Pedro Américo, Zé Américo, Zé Lins, Jackson do Pandeiro, Leandro Gomes de Barros, Otacílio Batista, Oliveira de Panelas, Jaguaribe Carne, Lucy Alves, Badu Alves e demais autores como Luis Ramalho “No anonimato dos afetos escondidos”, que vêm pintando o 7 nos 431 anos culturais dos “Parahybas”.

II. GALO NO TERREIRO DOS OUTROS É PINTO
Qual “Parahyba” nunca ouviu, por onde andou nos 5 Continentes, bairrismos xenófobos como esses: “Galo no terreiro dos outros é pinto” ou “Vindo donde vem Parahyba, e chegando aqui como chegou, já foi longe demais.” Em definitivo, não foi diferente com o Leão do Norte, Ricardo Vieira Coutinho, o atual governador paraibano, quando ciscou e chafurdou “No Terreiro da Usina” das velhas e surradas oligarquias dos coronéis eletrônicos.

Esses Coronéis Eletrônicos são aqueles mesmos que manipulavam a coisa pública a seu bel prazer e em benefício próprio, como se fossem donos dos “Parahybas”, colonizados felizes e de seus destinos desde a velha e tão sofrida Parahyba do Norte nos idos de 5 de agosto de 1585, quando se fundou a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.

III. CABRA MARCADO PRA MORRER NA POÉTICA RAMALHIANA

Eis aqui também porque em seu espetáculo Zé Ramalho tremia trepidante em o seu canto libertador, próprio duma epopeia sertaneja de colonizados felizes escravizados, tais como os finados “Tôca”, no poema “Gemidos de Arte” da “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, e João Pedro Teixeira, o “Cabra Marcado pra Morrer” nas Ligas Camponesas de Sapé-PB e aqui por meio da poética ramalhiana.

“Cabra Marcado pra Morrer” esse por obra e graça das velhas e surradas oligarquias dos coronéis eletrônicos, que se transformaram e mudaram de cor feito camaleões numa nova ordem perigosa de “coronelismo eletrônico”, com o qual acabam de dar o Golpe/2016 no Brasil. É por isso que O Leão do Norte, governador Ricardo Coutinho, tem de ciscar e chafurdar agora noutro nível: “No Terreiro da Usina” Brasil por meio das eleições presidenciais de 2018. E a Parahyba do Norte há que indicar seu nome junto à Convenção Nacional de seu Partido.

IV. PARAHYBA, A TERCEIRA CAPITANIA HEREDITÁRIA MAIS ANTIGA DO BRASIL

A 5 de agosto de 2016, sexta-feira, às 20h30min., aconteceu o espetáculo Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba, no Centro de Convenções, o mais novo da América, por iniciativa do Secretário de Estado da Cultura, o poeta Lau Siqueira, com o apoio de O Leão do Norte, Governador Ricardo Vieira Coutinho, o único, desde 1585, a quebrar o paradigma duma velha e surrada oligarquia de coronéis de outrora agora eletrônicos enfiados feito carrapatos no Palácio da Redenção.

Esses Coronéis eletrônicos são os mesmos que saqueiam o Estado desde 1585, mas agora O Leão do Norte, Ricardo Coutinho os destrona à reboque da bandeira do Nego revolucionário de 1930, servindo-lhe de palco descentralizado às Comemorações dos 431 anos culturais do povo da Parahyba do Norte, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585.

V. ZÉ RAMALHO, A COBRA DE SETE CABEÇAS DA PARAHYBA

Zé Ramalho está pra MPB assim como Ricardo Coutinho está pra política de conjuntura nacional liderando dez governadores de estados do Nordeste e do povo do Brasil. Portanto, Povo este quem deve disponibilizar em Convenção Nacional O Leão do Norte Ricardo Coutinho à Presidência da República nas Eleições de 2018, pelos seus bons serviços prestados, despachando em cada cidade do Estado, descentralizando assim a burocracia e pintando o 7, a saber:
1. Trevo das Mangabeiras-Viaduto Geisel
2. Centro de Convenções
3. Escola Técnica de João Pessoa
4. Nova Central de Polícia
5. Reforma do Espaço Cultural
6. Programa de Inclusão através da Música e das Artes (PRIMA)
7. Condomínio Cidade Madura na Parahyba do Norte

Nesse vai-e-vem também descentralizado da Cultura da Parahyba do Norte, o seu povo ocupou o Centro de Convenções junto à Orquestra Sinfônica da Paraíba e ao Zé Ramalho, que pintava o 7 e arrebatava aplausos e dividia bravos com todos presentes, quando executava o repertório da Estrela Popular de Brejo do Cruz-PB (3 de outubro de 1949) e comemorava, também, seus 40 anos de carreira, arrombando os portões da Música Popular Brasileira/MPB e derrotando seu porteiro “Cérbero”, o Cão de 3 Cabeças após vencer outra Cobra de 7 Cabeças.

VI. ZÉ RAMALHO NO ERUDITO E NO POPULAR

Zé Ramalho tanto no erudito quanto no popular açoitava e levava açoites de suas baladas que emocionavam a todos e a ele mesmo, vate sertanejo da epopeia paraibana, quem tremia trepidante com essas pérola jogadas ao ar, a saber: Avôhai, Vila do Sossego, Chão de Giz, Admirável Gado Novo, Beira Mar, Garoto de Aluguel, Jardim das Acácias, Canção Agalopada, A Terceira Lâmina e Eternas Ondas.

Foi assim que Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba propiciaram um bálsamo divino e infinito à indizível dor de todos “Parahybas”. Dor esta provocada pelo cruel, perverso e terrível Golpe de 2016, assentado em pseudo impeachment, sofrido pelos mais de 3 mil espectadores paraibanos juntos aos outros 206 milhões de brasileiros. Eis aqui a sina verde que se pensava ser apenas dos sertanejos celebrizados na frase de Euclides da Cunha em “Os Sertões”: “O sertanejo é antes de tudo um forte.”

VII. ZÉ DO BREJO QUE NEM ZÉ DA POÉTICA DE ZÉ DO 7

Assim também Zé Ramalho é este sertanejo de Brejo do Cruz-PB, quem bravamente manteve a imparcialidade de sua Poética original na concepção clássica do filósofo grego Aristóteles, quando cria um tratado sobre “Poética” pra separar a boa arte da que não presta, por não dispor do que é o verossímil como consta em Avôhai “No Terreiro da Usina” e noutras “7 Vezes”. Enfim, é o Zé do Brejo que nem se fosse Zé da poética de Zé do 7 bem como doutras numerologias que tais.

É o 7 duma única numerologia do oráculo sertanejo paraibano dos cantadores de viola e dos repentistas com seus repentes dum nobre cantador tal qual Zé Ramalho.
Oráculo esse que impreterivelmente vai rimar também “7 com espermacete” na “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, quem por sua vez vem pintando outro 7 junto à pintura de Pedro Américo lá na “Pedra do Reino” de Ariano Suassuna. E assim eles todos juntos e misturados são autores duma Epopeia Sertaneja da Parahyba do Norte, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.

VIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nem foi à toa que dos espectadores presentes, uns 3 mil, muitos assediaram João Azevedo pra Governador/2018, ou ainda Cida Ramos, sapeense que nem Augusto dos Anjos, cobrando dela, quando chegar à Prefeitura da Capital paraibana, manter as conquistas dos trabalhadores da Parahyba do Norte, que estão indo pelo ralo abaixo como o Estatuto do Idoso, o Restaurante Popular, a Mobilidade Urbana e as Barreiras da Ponta do Seixas, por meio de seu oráculo “Pintar o 7”.

Oráculo esse repita-se aqui tão bem enfatizado por Zé Ramalho exemplarmente em a sua epopeia sertaneja da Parahyba do Norte. Epopeia esta lembrada em “Mulher Nova Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer sem Sentir Dor”, por meio doutra parceria sua com o cantador de viola e repentista Otacílio Batista, mais um ícone libertário na literatura popular e nos movimentos de resistência cultural da Parahyba do Norte.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

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NO TERREIRO DA USINA

 https://youtu.be/IetGmUmMjIA
NO TERREIRO DA USINA
Avôhai começa Na Pedra de Turmalina e ao chegar à Pedra do Reino, ambas, também, formam a cultura da Parahyba do Norte por meio da epopeia sertaneja de Zé Ramalho e Ariano Suassuna, ambos já consagrados na mesma galeria de Augusto dos Anjos, Pedro Américo, Zé Américo, Zé Lins, Jackson do Pandeiro, Leandro Gomes de Barros, Otacílio Batista, Oliveira de Panelas, Jaguaribe Carne, Lucy Alves, Badu Alves e demais autores como Luis Ramalho “No anonimato dos afetos escondidos”, que vêm pintando o 7 nos 431 anos culturais dos “Parahybas”.
Qual “Parahyba” nunca ouviu, por onde andou nos 5 Continentes, bairrismos xenófobos como esses: “Galo no terreiro dos outros é pinto” ou “Vindo donde vem Parahyba, e chegando aqui como chegou, já foi longe demais.” Em definitivo, não foi diferente com o Leão do Norte, Ricardo Vieira Coutinho, o atual governador paraibano, quando ciscou e chafurdou “No Terreiro da Usina” das velhas e surradas oligarquias dos coroneis.
Esses Coroneis são aqueles mesmos que manipulavam a coisa pública a seu bel prazer e em benefício próprio, como se fossem donos dos “Parahybas”, colonizados felizes e de seus destinos desde a velha e tão sofrida Parahyba do Norte nos idos de 1585.
Eis aqui também porque em seu espetáculo Zé Ramalho tremia trepidante em o seu canto libertador, próprio duma epopeia sertaneja de colonizados felizes escravizados, tais como os finados “Tôca”, no poema “Gemidos de Arte” da “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, e João Pedro Teixeira, o “Cabra Marcado pra Morrer” nas Ligas Camponesas de Sapé-PB.
“Cabra Marcado pra Morrer” esse por obra e graça das velhas e surradas oligarquias dos coroneis, que se transformaram e mudaram de cor feito camaleões numa nova ordem perigosa de “coronelismo eletrônico”, com o qual acabam de dar o Golpe/2016 no Brasil. É por isso que O Leão do Norte, governador Ricardo Coutinho, tem de ciscar e chafurdar agora noutro nível: “No Terreiro da Usina” Brasil por meio das eleições presidenciais de 2018. E a Parahyba do Norte há que indicar seu nome junto à Convenção Nacional de seu Partido.
A 5 de agosto de 2016, sexta-feira, às 20h30min., aconteceu o espetáculo Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba, no Centro de Convenções, o mais novo da América, por iniciativa do Secretário de Estado da Cultura, o poeta Lau Siqueira, com o apoio de O Leão do Norte, Governador Ricardo Vieira Coutinho, o único, desde 1585, a quebrar o paradigma duma velha e surrada oligarquia de coroneis enfiados feito carrapatos no Palácio da Redenção.
Esses Coroneis são os mesmos que saqueiam o Estado desde 1585, mas agora O Leão do Norte, Ricardo Coutinho os destrona à reboque da bandeira do Nego revolucionário de 1930, servindo-lhe de palco descentralizado às Comemorações dos 431 anos culturais do povo da Parahyba do Norte.
Portanto, Povo este quem deve disponibilizar em Convenção Nacional O Leão do Norte Ricardo Coutinho à Presidência da República nas Eleições de 2018, pelos seus bons serviços prestados, despachando em cada cidade do Estado, descentralizando assim a burocracia e pintando o 7, a saber:
1. Trevo das Mangabeiras-Viaduto Geisel
2. Centro de Convenções
3. Escola Técnica de João Pessoa
4. Nova Central de Polícia
5. Reforma do Espaço Cultural
6. Programa de Inclusão através da Música e das Artes (PRIMA)
7. Condomínio Cidade Madura na Parahyba do Norte
Nesse vai-e-vem também descentralizado da Cultura da Parahyba do Norte, o seu povo ocupou o Centro de Convenções junto à Orquestra Sinfônica da Paraíba e ao Zé Ramalho, que pintava o 7 e arrebatava aplausos e dividia bravos com todos presentes, quando executava o repertório da Estrela Popular de Brejo do Cruz-PB (3 de outubro de 1949) e comemorava, também, seus 40 anos de carreira, arrombando os portões da MPB e derrotando seu porteiro “Cérbero”, o Cão de 3 Cabeças após vencer outra Cobra de 7 Cabeças.
Zé Ramalho açoitava e levava açoites de suas baladas que emocionavam a todos e a ele mesmo, vate sertanejo da epopeia paraibana, quem tremia trepidante com essas pérola jogadas ao ar, a saber: Avôhai, Vila do Sossego, Chão de Giz, Admirável Gado Novo, Beira Mar, Garoto de Aluguel, Jardim das Acácias, Canção Agalopada, A Terceira Lâmina e Eternas Ondas.
Foi assim que Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba propiciaram um bálsamo divino e infinito à indizível dor de todos “Parahybas”. Dor esta provocada pelo cruel, perverso e terrível Golpe de 2016, assentado em pseudo impeachment, sofrido pelos mais de 3 mil espectadores paraibanos juntos aos outros 206 milhões de brasileiros. Eis aqui a sina verde que se pensava ser apenas dos sertanejos celebrizados na frase de Euclides da Cunha em “Os Sertões”: “O sertanejo é antes de tudo um forte.”
Assim também Zé Ramalho é este sertanejo de Brejo do Cruz-PB, quem bravamente manteve a imparcialidade de sua Poética original na concepção clássica do filósofo grego Aristóteles, quando cria um tratado sobre “Poética” pra separar a boa arte da que não presta, por não dispor do que é o verossímil como consta em Avôhai “No Terreiro da Usina” e noutras “7 Vezes”.
É o 7 duma única numerologia do oráculo sertanejo paraibano dos cantadores de viola e dos repentistas com seus repentes dum nobre cantador tal qual Zé Ramalho.
Oráculo esse que impreterivelmente vai rimar também “7 com espermacete” na “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, quem por sua vez vem pintando outro 7 junto à pintura de Pedro Américo lá na “Pedra do Reino” de Ariano Suassuna. E assim eles todos juntos e misturados são autores duma Epopeia Sertaneja da Parahyba do Norte.
Nem foi à toa que dos espectadores presentes, uns 3 mil, muitos assediaram João Azevedo pra Governador/2018, ou ainda Cida Ramos, sapeense que nem Augusto dos Anjos, cobrando dela, quando chegar à Prefeitura da Capital paraibana, manter as conquistas dos trabalhadores da Parahyba do Norte, que estão indo pelo ralo abaixo como o Estatuto do Idoso, o Restaurante Popular, a Mobilidade Urbana e as Barreiras da Ponta do Seixas, por meio de seu oráculo “Pintar o 7”.
Oráculo esse repita-se aqui tão bem enfatizado por Zé Ramalho exemplarmente em a sua epopeia sertaneja da Parahyba do Norte. Epopeia esta lembrada em “Mulher Nova Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer sem Sentir Dor”, por meio doutra parceria sua com o cantador de viola e repentista Otacílio Batista, mais um ícone libertário na literatura popular e nos movimentos de resistência cultural da Parahyba do Norte.
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

O CASO REBECA: ESTUPRO COLETIVO DUMA BESTIALIDADE IMPUNE E IMORAL NA PARAHYBA DESDE 2011

O CASO REBECA: ESTUPRO COLETIVO DUMA BESTIALIDADE IMPUNE E IMORAL NA PARAHYBA DESDE 2011
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
“Existe mais mistério entre o Céu e a Terra do que possa sonhar nossa vã filosofia.” (Shakespeare)
I. INTRODUÇÃO
O Caso Rebeca como se fosse um conjunto de pressupostos insolúveis desmoraliza a Segurança Pública da Parahyba porque sendo seu “modus operandi” apenas de periculosidade primária, elementar, cartilha do ABC, ainda vem arrastando-se desde 2011 sem ser desvendado nem tampouco trazer esperança de ser feita a Justiça?
II. A PALAVRA À PROMOTORIA PÚBLICA DA PARAHYBA
Foram esses pressupostos que levaram o Promotor Público do Estado da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, Dr. Marinho Mendes a chegar à conclusão, em Entrevista ao Programa de Notícias e Informativo Jornal das XVIII, assinado pelo radialista Neto Fernandes, na Rádio Mangabeira FM-PB, numa quinta-feira, a 16-3-2017, às 18h30min.:
“O CASO REBECA FOI MAU IINVESTIGADO!” (Promotor Público do Estado da Parahyba Dr. Marinho Mendes, 16/3/2017, 18h30min.)
III. A TRAMÓIA ENTROU PELA PERNA DO PATO, SAIU PELA PERNA DO PINTO, E SEU REI MANDOU CONTAR MAIS CINCO
Embora estejam envolvidos nesse Caso Rebeca policiais de alta patente a mais baixa, na hierarquia da Escola Militar, Comandante, tenente-capitão a cabo, que vendeu a suposta prova desse crime, uma arma proibida por lei de fazer parte do armamento da Polícia Militar, ainda assim existe uma luz no fim do túnel: O Promotor Dr. Marinho Mendes e a Drª. Laura Berquó, dos Direitos Humanos-PB, intercedem a favor dos fracos e oprimidos: os pais de Rebeca. Muito embora que essa tramóia já entrou pela perna do pato, saiu pela perna do pinto, e seu rei mandou contar mais cinco!
IV. O FEITIÇO QUE VIROU CONTRA O FEITICEIRO ENGEMBROU DE VEZ AGORA
Observa-se ainda que depois de tanto tempo sem ser desvendado esse crime hediondo desde 2011, as responsabilidades criminais agora, pasmem, vem sendo transferidas aos pais da adolescente Rebeca. Sendo mais preciso ao seu padastro, e fragilizando por demais também a sua progenitora, lembrando assim o ditado popular: “O pau só quebra nas costas dos mais fracos.” Enfim, seria melhor até se pensar o contrário disso tudo como o feitiço que virou contra o feiticeiro engembrou de vez agora.
Desse modo, o Caso Rebeca vem tornando-se uma bestialidade impune na Segurança Pública da Parahyba, jamais pelo fato da adolescente de apenas 15 anos ter sido barbaramente torturada, sodomizada e executada sumariamente com seis tiros de pistola 380, arma de guerra privativa do exército, proibida à Polícia Militar da Parahyba/PM-PB.
V. A TERGIVERSAÇÃO DO COMISSÁRIO DE POLÍCIA DEVORANDO O CASO REBECA
O Caso Rebeca de execução sumária é injustificado sob quaisquer hipóteses por meio de seu comportamento social quer de postura quer de compostura da jovem adolescente, mas porque se perde a esperança da Justiça ser feita na Capital do Estado da Parahyba.
Trata-se dum estranho expediente sobre a tergiversação dum possível Comissário de Polícia agindo à moda francesa e devorando selvagemente a vítima. É como se ele, o Comissário de Polícia à moda francesa, um cão de guarda às avessas, estivesse diante duma ceia antropofágica posta à mesa e o seu menu fosse o próprio Caso Rebeca.
VI. O ALOPRADO CALÍGULA, IMPERADOR ROMANO DEGENERADO, CAINDO DE PÁRA-QUEDAS NO CASO REBECA
Ressalte-se aqui que tal tortura, sodomia cruel, desumana e impiedosa, à moda do paganismo satanizado do aloprado Imperador Romano Calígula, degenerado e excêntrico, vem aqui caindo de pára-quedas nesse Caso Rebeca. Bizarrice degenerada à moda de Calígula essa que fora imitada por um bando de malfeitores, tendo como seus cúmplices supostos policiais militares paraibanos.
Tais supostos militares envolvidos nesse Caso Rebeca vêm maculando assim uma ordem tradicional da lei estadual: A Polícia Militar-PB, que se perde no labirinto dum “modus operandi” trivial, óbvio e ululante de seu também suposto e dedutivo corporativismo.
VII. A POLÍCIA MILITAR DA PARAHYBA ATIRA NO PRÓPRIO PÉ COMO SE FORA ATINGIDA PELO FOGO AMIGO
Convém ressaltar aqui que esse Corporativismo detona um tremendo disparo nas pernas da Polícia Militar-PB, impedindo-a de andar pra frente e de fazer o que tem de ser feito: resolver o Caso e prender os culpados, doa a quem doer e aconteça o que acontecer. Enfim, a Polícia Militar da Parahyba/PM-PB agindo assim atira no próprio pé como se fora atingida pelo fogo amigo.
Posto ainda que pra esses suspeitos de crime hediondo se lhe matam escapam mortos, conforme ocorreu com um servidor público do DETRAN-PB. Posto ser este a mola mestra e/ou a alavanca de Arquimedes e do mentor intelectual do homicídio, mas que agora jaz no arquivo morto desse Caso Rebeca: a bestialidade impune e imoral na Parahyba desde 2011.
Constata-se pois que a Polícia Militar/PB vem sendo desmoralizada pelo seu fogo amigo jamais por esse Caso Rebeca: estupro coletivo duma bestialidade impune e imoral na Parahyba desde 2011.
VIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Eis o motivo pelo qual os Defensores dos Direitos Humanos e o Promotor do Estado da Parahyba Dr. Marinho Mendes e Drª. Laura Berquó pedem que o corpo de Rebeca seja exumado, a fim de que se possa colher provas materiais imprescindíveis à elucidação dessa barbárie de estupro coletivo. Eis pra eles como se encontra o Caso Rebeca: estupro coletivo duma bestialidade impune e imoral na Parahyba desde 2011.
Haja vista ainda que muitos delegados e delegadas em torno duns dez foram nomeados pra esse Caso Rebeca: estupro coletivo duma bestialidade impune e imoral na Parahyba desde 2011, mas quando iam aproximando de desvendar seu crime hediondo, logo eram afastados. Destarte, levando a crer que tudo nele suposto pode ser provado e digno da verdade.
Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018

O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018
I
Se o luar-prata de seus olhos penetrasse
O castanho-romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À Coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a Lua em Carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do EU traquinas
Veria meu coração Leão das Colombinas
Beijar seu rosto lindo quando EU o tocasse.

Por isso caí logo em Carnaval Cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de Feitiço Tríplice,
Cerrando as portas da Saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra EU amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe EU olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe EU molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe EU mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade pra EU voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se EU fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que EU desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante,
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de Momo. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que EU existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

XI
Quem lhe disse que viver é um mar
De rosas ou um paraíso adâmico?
Ingenuidade nem aos poetas amar,
Quem dirá no seu código islâmico.

Bom mesmo é pôr os pés no chão,
Todo dia que nem a Musa Coqueiral
Quer chova quer faça sol o coração
Dela nem se toca à luz do Carnaval.

Dê seus pulos aí, se vire nos trinta,
Faça bico, biquinho com sua trinca,
Mas na solidão de quem nasce só,

De quem mesmo que você tem dó?
Negue amor ao coração explodindo,
Se viver fosse bom se nascia rindo.

XII
eita… a melhor notícia desse 2017:
leão casa nesse ano novo com ela:
musa coqueiral e bem no ano dela,
conforme vem escrito a 7 do mês…

mas tá faltando tudo: ela lhe aceitar,
ela lhe admirar, enfim ela… lhe amar…
também, o que você fez, só o nada,
tá doído, como casar com a amada

ainda mais agora: ela emancipou…
foi à luta, ficou mais independente,
mais linda, mais mulher e já amou.

vai encarar, vai arregar borra-botas,
vai desistir de tudo feito o carente
pusilânime fugindo à luta de cotas.

XIII
Amanhece à luta que anoitece
Pra Musa Coqueiral no Laranjal,
Mas sua vida custa + que prece
Porque seu Ano Novo é especial.

Prece merece quem trabalhar
Que nem essa mulher guerreira,
Venerada igual mulher brasileira,
Paraibana, nascida na capital…

Bora orar pra Musa Coqueiral
Sã e salva pro trampo ir e voltar…
Fim de semana tem Carnaval…

Esses seus dias vêm e vão,
E nunca calam meu coração
De Leão, paciente à inexatidão.

XIV
depois desses golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.

recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.

quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.

golpe é golpe e um contra vem a galope…
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguem se iluda.

XV
foi de repente, do inesperado
que me falou a musa do coqueiral,
agora à noite em céu enluarado,
com sua licença poética legal:

“boa noite, pode sim!” quando pedi
pra usar o ferro de alongamento
da praça que lhe dá o monumento.
tudo nela é perfeito pois eu medi:

voz, ritmo, olhar educado, elegante,
musa de fino trato e empolgante.
valeu à presença do imprevisível,

pois ainda estou ferido dos golpes
que tomei no corpo e n’alma de torpes
traidores da nação indizível.

XVI
musa do coqueiral é essa águia nobre
quando lhe chega à crise existencial,
a mais crítica de sua vida, bate asas
e também bate em retirada, voo alto,

desaparece, dizem que se isola noutro
ponto mais alto do planeta, por certo,
aqui na parahyba, serra da borborema,
logo, mais linda que garota de ipanema.

é questão de vida ou morte, se renova,
muda tudo, bico, penas, garras e rapina.
mas, eu, como amo essa águia-menina.

pois, depois ela volta com voo mais alto
pra me impressionar, eu nada a mostrar
pra ela, digo: sou seu e o boi não lambe.

XVII
Carnaval sem ser ano bisexto 2017
Mantenho foco: Musa Coqueiral.
Cuido bem de mim pra você pintar o 7
Fico em casa só lhe pensando igual.

Ô Musa Coqueiral nesse 2017-Carnaval
Cuido bem de mim só pra você me vê.
Quem lhe disse ter visto-me em Nepal?
Mentiu só pra querer afastar-me de você.

Têm inveja da gente brava inocente
Porque nós só pensamos um no outro.
Por isso que o nosso amor vem e fica.

Por um lado você pensa na brava gente
Por outro EU nunca dou bom dia a potro,
Chiquita Bacana lá da Martinica…

XVIII
Musa Coqueiral não entenda mal Hey Joe!
É caso de amor do século dezoito,
Época do faroeste lá nos USA…
Onde brutos também amam nos conta Poe.

Canção do Deus Fogo da música Hendrix,
Quem a imortalizou pra você Musa…
Enfrentando totem e tabu afoito…
Com tal balada anônima de Herói Mandrix.

Veja que fala de forca e carrasco…
Símbolos passados e tempos de asco,
Mas dum amor fiel que nega traição…

Valores que hoje as pessoas não verão!
A mentira tem pernas curtas Damasco!
A verdade dói, mas não cai em penhasco.

XIX
Musa Coqueiral, ninguém lhe ama como EU…
Musa Coqueiral, meu SER tá grávido de VOCÊ..
É Por isso que às vezes desapareço…
Quase sempre presente ao seu apreço…

Dou-me volta pra nunca lhe dá volta MEU
NInguém mais usa só EU o VOSSA MERCÊ…
É pro Mundo saber que só EU lhe mereço
Porque também somente EU lhe obedeço

O Mundo pára se me engravidam poesias.
Somem caminhos, faltam outras mil vias,
Mas nunca faltam amores sutis na Praça.

Um dia ainda vou sentar Praça nas Folias,
Pra vê se Musa Coqueiral pára seus dias
Pra me vê no Carnaval em sua Caça…

XX
NINGUÉM sabe o que acontece agora consigo,
Musa Coqueiral, mas sabem tudo comigo.
Parece coisa do destino mudado
Ou é brincadeira com coisas de meu passado.

Feito um estranho no ninho me sinto assim.
Parece até um feitiço de mestiço…
Ou de alguém caindo em lágrimas rir de mim…
Decerto me causa um grande rebuliço…

Pelas ruas da Cidade há um pavor
Nas pessoas que se dizem muito boas…
Mas na verdade são pessoas às toas…

Metem o malho umas nas outras sem favor,
Depois vão cantarolar fazendo loas,
Percorrendo a vida alheia em canoas.

XXI
Musa Coqueiral, por que me mata de medo?
Quase cai de costas quando lhe vi
Sem Capacete em sua Motinha Preta!
Ninguém me contou, eu mesmo a vi, sem treta!

Meu coração voou em bandas azedo!
Nunca desligo-me de SI meu Bem-te-vi!
Nunca proceda assim, morro sem mutreta.
Jamais aceito vê-la andar de muleta.

Por que você quer maltratar-me tanto assim?
Que foi que eu lhe fiz pra você me magoar?
Mas será o Benedito? Você sabe

Que eu nunca vou aceitar fugir de mim,
Ainda mais sem Capacete me matar?
Beba Coca-Cola, mas sem mim não babe!

XXII
Na verdade seus olhos nunca olharam os meus
Desde 16 (dezesseis) de abril de 2011
Quem cometeu este equívoco Prometeus?
Mas o abandono que me impõe no bronze

Prova que fui seu louco bobo da corte,
Quem ficou pra trás feito algo dum desprezo,
Que sequer se fez notar em seu menosprezo,
Depois de tanto lhe rogar socorro, vôte!

Se você soubesse o quanto lhe estimo,
Só de onda socorria meu pobre SER,
Que ficou mais catatônito sem lhe ver.

Ô Musa, por que me deixou no ínfimo?
De seu puro desamor nunca me querer
Perto do coração nem seus olhos vou ter?

XXIII
Musa do Coqueiral, sou um Parahyba,
Mais pareço um Fauno que Forte Caprino,
Desde a Lua trago-a consigo EU Menino,
Inda quando EU andava pela Guaryba!

Mas ando perdido pela nossa Terra!
Que ironia, logo aqui onde nasci,
Não posso vê você na Terra onde cresci!
Aprendi que “O Bom Cabrito Não Berra!”

Hoje, é só Carnaval, chovo sem você,
Semanas inteiras sem que eu possa lhe vê!
Mas a prudência me obriga fazer assim!

Dependesse de mim, não tava nem aí.
Se me matam escapo morto! Mas e daí?
Seu amor me fez abrir mão de SI por MIM!

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”
há um pássaro preso na gaiola
que se chama democracia,
“eu” vou soltá-lo a torto e à direita
pra ele cantar à musa do coqueiral,
sem golpe nem impeachment,
o hino nacional de toda poesia:
lula livre marielle vive!
democracia, ó minha poesia carnavalizada,
és a árvore a quem devo reclinar-me,
mas se algum dia o prazer da corrupção
vier procurar-me, assum preto… assum preto
de minha democracia antropofágica e carnavalizada,
dize a esse monstro que “eu” fugi de casa.
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama carnaval, a festa da carne
ou antropofagia carnavalizada, “eu” perguntei:
por que tu choras? ele falou quero voar,
quero voar pra cantar democracia pelo ar,
pois eles são muitos, mais de cem, mais de mil,
e um juiz desmoronado, mas não podem voar…
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama lula, “eu” perguntei: por que te prendem
já preso e ferido à liberdade há mais de 518 anos…
ele falou: porque se me matam escapo morto que nem
geraldo vandré, zé dirceu, che guevara e salvo
a soberania popular duma vez e ainda trago junto
minha liberdade sequestrada pelo forjado juiz
colonizado feliz do pentágono dos estados unidos da
américa do norte, o maior torturador e defensor da
sonegação das grandes fortunas parahybanas,
brasileiras, latino-americanas e de toda humanidade.
lula livre marielle vive!
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL

OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Que fique muito bem claro que esses codinomes desses políticos envolvidos e citados pela ODEBRECHT na operação Lava Jato são apenas formiguinhas dentro de toda essa prática de corrupção, pois sequer representam 3% da dívida dos impostos sonegados pelos pai Emílio Odebrecht e filho Marcelo Odebrecht e demais grupos corruptos.
Agora esses Emílio e Marcelo sim, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista do Grupo Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAU, a General Motors do Brasil/GMB e demais são os responsáveis pela corrupção generalizada. Corrupção essa que vem grassando à Nação e por isso devem ser presos e confiscadas todas suas empresas e devolvidas à soberania nacional.
Haja vista ainda porque são todos eles bandidos de alta periculosidade empresarial, econômica, social e cultural, logo corruptores, enquanto os políticos são apenas os corrompidos, as formiguinhas tontas e inexpressivas de todo esse processo contra eles, os grandes elefantes da corrupção, a saber: Sem corruptor nunca haverá corrompido nem corrupção. Que se extinga o corrutor pra que se salve a Nação!
II. NÃO SE PODE CERCAR AS FORMIGUINHAS DA POLÍTICA E DEIXAR PASSAR POR CIMA OS ELEFANTES BRANCOS E JUMBOS DA CORRUPÇÃO EMPRESARIAL!
Seria trágico se não fosse cômico a constatação de que esses apelidos, codinomes e ou coisa lá que o valha, aparecendo nas delações dos verdadeiros responsáveis da corrupção, os corruptores, que sem eles nunca haveria corrompidos nem corrupção, o entendimento de que foram usados, explorados e tomados como escudos no Estado Democrático de Direito por meio dos representantes do Povo, os Políticos, os corrompidos.
Que se corrijam e devolvam à dignidade, à honra e à justiça à Nação e à Soberania Nacional. Os políticos e o povo que representam foram vítimas dessas artemanhas de empresas, empresários, grupos econômicos, banqueiros, rede de comunicação, conglomerados internacionais corruptores.
Que os corruptores sejam presos e confiscadas todas suas empresas, conglomerados e grupos devolvidos à soberania nacional por serem caloteiros, não honrarem suas dívidas com o BNDES e sonegarem impostos: crime de lesa-pátria!
Sem corruptores nunca haverá corrompidos nem corrupção! Que eles sejam exterminados da face da Nação e suas empresas, conglomerados e grupos, todos surrupiados dos 214 milhões de brasileiros, sejam confiscados e devolvidos à soberania nacional de fato e de direito, e, consequentemente, a derrocada da corrupção.
Haja vista ainda que não se pode cercar as formiguinhas políticas iludidas, inexpressivas nesse universo da corrupção empresarial e deixar passar por cima os elefantes brancos e jumbos dessa cruel corrupção que vem grassando à Nação!
III. OS CODINOMES-LOGROS DESVIAM A OPINIÃO PÚBLICA NO BRASIL
Os políticos são as formiguinhas da grande farsa desse movimento de corrupção empresarial, implementado pela filosofia nefasta dos megas empresários, vide Joesley Batista, Emílio Odebrech, Marcelo Odebrecht, Eike Batista, Grupo ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB e demais, a saber:
“Trovador”, “Ferrari”, “Babel”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Misericórdia”.
Observa-se como esses apelidos da lista apresentada, denunciada e inventada pela ODEBRECHT foi uma invenção pra desviar a opinião pública de suas campanhas da corrupção. Pra tanto, confira-se essa Fonte: “Jornal do Brasil” 10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37.
Em a sua delação no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho cita os apelidos que eram dados aos políticos pela empresa. Para não usar seus nomes, os executivos falavam codinomes, como “Trovador”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo”, entre outros. As informações foram divulgadas pelo site Buzzfeed Brasil.
IV. O ELENCO POLÍTICO À CORRUPÇÃO: UMA FARSA DAS EMPRESAS
Na maior cara de pau, os grandes empresários, grupos e conglomerados nacionais e internacionais preparam uma farsa que apresentam por meio duma lista fajuta, ridícula, vergonhosa e constrangedora, na qual consta codinomes de políticos que lhes atribuem como sendo a prova cabal de sua isenção na responsabilidade da cabeça da corrupção porque são os verdadeiros corruptores, agentes inquestionáveis da responsabilidade total dessa corrupção supracitada.
Uma vez que só existem corrompidos e demais por causa da existência e cena inaugural dessa corrupção por meio dessas empresas corruptoras! O resto é tergiversar em cima de farsas e convicções sem atacar a raiz radical da questão fundamental: corruptores criadores da corrupção!
Constatem-se aqui como os corruptores inventaram esses apelidos, a farsa e o logro pra desviar a opinião pública de sua criação: a corrupção! Eis aqui e agora o seu álibe por meio dessa sua invenção: a lista de codinomes, a saber:
1. Trovador – Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) atual Vice-Presidente do Senado Federal.
2. Caju – Romero Jucá (PMDB-RR). Ex-ministro da Casa Civil de Michel Temer.
3. Justiça – Renan Calheiros (PMDB-AL). ex-Presidente do Senado Federal.
De acordo com delação de executivo da Odebrecht, Renan Calheiros era conhecido como “Justiça”.
4. Índio – Senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE). Atual Presidente do Senado.
5. Babel – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). Exonerado da Secretaria de Governo de Michel Temer.
6. Bitelo – Deputado Lúcio Viera Lima (PMDB-BA). Irmão de Geddel.
7. Primo – Eliseu Padilha (PMDB-RS). Ministro da Casa Civil.
8. Caranguejo – Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Deputado cassado
9. Polo – Jacques Wagner (PT-BA). Ex-ministro de Dilma Rousseff e ex-governador da Bahia.
10. Ferrari – Delcídio do Amaral (ex-PT-MS). Senador cassado.
11. Botafogo – Rodrigo Maia (DEM-RJ). Presidente da Câmara dos Deputados.
12. Las Vegas – Anderson Dornelles. Assessor de Dilma Rousseff.
13. Campari – Ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
14. Cerrado, Pequi ou Helicóptero – Senador Ciro Nogueira (PP-PI).
15. Pino ou Gripado – Senador José Agripino Maia (DEM-RN).
16. Todo Feio – Ex-deputado Inaldo Leitão.
17. Corredor – Duarte Nogueira (PSDB-SP). Prefeito eleito de Ribeirão Preto.
18. Gremista – Deputado Marco Maia (PT-RS).
19. Tuca – Deputado Arthur Maia (PPS-BA).
20. Misericórdia – Deputado Antônio Brito (PSD-BA).
21. Decrépito – Deputado Paes Landim (PTB-PI).
22. Boca Mole – Deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).
23. Kimono – Arthur Virgílio (PSDB-AM). Prefeito reeleito de Manaus.
24. Missa – Deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).
Fonte: “JORNAL DO BRASIL”
V. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Há que se tomar medidas drásticas no combate às empresas corruptoras porque são as únicas responsáveis pela corrupção que vem grassando à Nação. Haja vista que sem elas, as corruptoras jamais, nunca, haveriam os corrompidos.
É como se houvesse a questão fundamental e objetiva pra se achar a raiz inaugural desse mal que destrói, devassa e apodrece a Nação: empresas corruptoras largamente supracitadas nessa matéria, a saber:
Emílio e Marcelo, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista da Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAÚ, a General Motors do Brasil/GMB e demais!
Sem a presença corrupta dessas empresas corruptoras nunca haveria a corrupção! Sem a permissividade da soberania nacional elas jamais haveriam de frutificar em solo brasileiro! haja vista que são o mal que a tudo consome: Corrupção!
Que esse mal seja expurgado da Nação e a soberania nacional, o tesouro nacional e a soberania popular voltem a reinar no Brasil desses 214 milhões de usurpados e deserdados.
VI. FONTES:
1. Buzzfeed Brasil;
2. Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-PB;
3. Jornal do Brasil. (10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37)
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

quando eu me vi sem a minha mouraria,
eu pensei logo na praça dum novo dia,
mas perdi a taça pra musa coqueiral,
sua dona desde as festas de carnaval.

“ai mouraria da velha rua da palma
onde eu um dia deixei presa minh’alma”
nunca mais vou acabar sua poesia,
pois quanto mais faria algo lhe faltaria.

agora à noite dum sábado de aleluia,
corro parado e parado voo pra musa
do coqueiral. toda minha vida inteira

tomei cano, toco, até banho sem cuia.
criei currículo-namorar mas ninguém usa.
por que recusa-me essa nova maneira?

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

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