The Beatles – While My Guitar Gently Weeps [Legendado] HD – REPENTE À MUSA COQUEIRAL NOS 31 ANOS DE MANGABEIRA

REPENTE À MUSA COQUEIRAL NOS 31 ANOS DE MANGABEIRA

Bendigo à Musa Coqueiral, MC Rei Artur, O Cavaleiro da Távola Redonda, à Família Coqueiral, modelo único à luz da maior poética modernista paraibana de Perillo Oliveira, MC Pertinaz, O Cavaleiro Audaz, e, à Mafiota, que nunca deve se meter com frevo pra não virar idiota! Posto que lhe faltou poesia no frevo à Rua da Areia. Lembre-se de Peninha: “Quando a poesia fez folia em minha vida/Você veio falar pra mim doutra pessoa!” Mas quem vai querer saber de crítica musical agora? Tampouco de crítico inútil e perdido de paixão à Musa Coqueiral. Paixão esfomeada dum canibalismo amoroso que lhe destrói, lhe despedaça, lhe explode corpo e alma virando pó no ar, dissolvido no mar e esquecido por completo no desejo imemorial tribal dos Vasconcelos, descendentes diretos dos Reis de Leão e das Astúrias.

Bendito Aniversário dos 31 anos de Mangabeira, na Praça Coqueiral, a 25/4/2014, sexta-feira à noite, às 20h., onde fui prestigiar a performance original do MC Pertinaz, o Cavaleiro Audaz. Pra minha agradável surpresa também estava lá Musa Coqueiral, belíssima, original, fenomenal em seu novo corte de cabelo e penteado funcional, aprovado pela autoridade consentida de seu próprio Pai que lhe ajudou à fotossemiótica no portão semiaberto à casa. Seu novo corte e penteado de cabelo lhe deu um novo visual verossímil com a maior temperança à luz de Aristóteles: “A beleza é original e verossímil”, além de ser razão de força maior do concurso de beleza entre as deusas: Afrodite x Juno! Quem sabe foi por esta razão que o poeta Vinicius de Morais tenha afirmado em outros carnavais: “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental!”

Mais do que linda, lindíssima, indizível, 100% de arrepiamento, emoção de lacrimejar meus olhos quando a vi junto à Família também lindíssima tal qual ela. Posto que “Família unida permanece unida!” E sem quaisquer paradoxos à semiologia, à semiótica nem tanto ao quanto à etimologia da palavra Família em sua acepção moderna à italiana transgressão também quer dizer máfia.

Etimologia à parte, o fato é que acabei prestigiando também a performance da “Mafiota”, banda de rock, graças à presença da Musa Coqueiral. Ao vê-la emocionei-me tanto que meus olhos se encheram logo de lágrimas num oceano de lacrimejar, que só não chegaram a torrencial porque me mantive à distância dela (100 a 200m) imperceptível assim a quaisquer mortais. Todavia, à Musa Coqueiral, semideusa, misto de divino/humano/profano, impossível eu lhe ficar imperceptível em meu chorar de emoção ao lhe ver, pois há 11 dias não a via, uma eternidade!

Ledo engano o meu! Posto que ela me leu tudo e tudo me viu em sua perfeita linguagem do coração. Alguém pode até lhe me negar mas ela já tem certeza absoluta de minha paixão perdidamente enamorado dela por todos os séculos dos séculos amém! Eita! E agora? Se a Musa Coqueiral quiser pode fazer-me de gato e sapato! Estou inútil à vida sem o seu amor. E ontem lembrei logo do Ultraje a Rigor que até no amor “a gente somos inútil”. Bendita inutilidade a minha que graças à Musa Coqueiral estou tão feliz porque eu nunca amei alguém tanto assim, a ponto de tornar a pensar e afirmar confiante que até o meu Deus, em sua infinita bondade, tá com inveja de mim! Daí que me lembro de Camões: “Amor, um mal que mata e não se vê/Que dias há que na alma me tem posto/Um não sei quê que nasce não sei onde/Vem não sei como e dói não sei por quê!”

Repito. Bendigo à Musa Coqueiral, ao Cavaleiro da Távola Redonda, seu irmão, o MC Audacioso, Rei Artur, seus pais, enfim, à Família Coqueiral, modelo moderno de novo núcleo familiar humano, porque “família unida permanece unida”. Eis aí a maior riqueza humana com ingresso direto e sem parada à felicidade de Deus! Mesmo parodiando o filósofo da música popular brasileira, Odair José: “Felicidade, não existe! O que existe na vida são momentos felizes!” Tô nem aí! Eu quero é mais Vinicius de Morais: “Que seja infinito enquanto dure!” em seu “Soneto de Fidelidade” e eu no meu Soneto à Musa Coqueiral. Juro, juro, pois agora lembro bem que sequer desviei um segundo o meu olhar de seu belíssimo baixo ventral, o maior símbolo semiótico da vida humana, a outro qualquer, e como abundavam!

Daí que logo chegaram MC Pertinaz, o Cavaleiro Audaz, MC Rei Artur, o Cavaleiro da Távola Redonda, Neto, Portugal, o fenômeno da comunicação na Paraíba, e Chiquinho, o Chico Marretada, cheio de marra, me informando à cerca de inumeráveis rabos de saia em seus desfiles deslumbrantes, desmanchando-se em decotes de colos e seios arfantes, silhuetas frontais e pós-frontais de baixos ventrais justos, justíssimos, cavados, cavadões e famintos se bem não minto. Posto eu nem aí diante de tudo isto porque meus pensamentos, desde 16 de abril de 2011, quando pela vez primeira vi a Musa Coqueiral, que ainda era mais criança do que hoje é menina-moça e quase mulher a filha do Patriarca Zé. Eis aí o belíssimo e legal pai da Musa Coqueiral. Repito, desde 16/4/2011 continuo perdido de amor no meio da Praça Coqueiral ainda sem laço de afeto nem laço familiar de quem mais depende minha vida continuar a amar esse amor que nunca foi de carnaval à Musa Coqueiral.

Digo e provo o amor quer seja em prosa quer seja em verso, como neste, a saber:

SONETO À MUSA COQUEIRAL IV

Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

Nem é à toa que desde o Sábado de Aleluia às 15h. desse sábado a 26/4/2014 estou ligado na tomada de meu próprio “canibalismo amoroso” sem parar um segundo sequer de ouvir “Dio come ti amo” e “Non ho l’etá” só pelo amor da Musa Coqueiral. E se permaneço assim nem sei mais onde vou parar. Mas o que é mais grave ainda é que nem consigo, mesmo querendo. E se eu ainda mesmo assim quisesse não posso. Estou perdido! Fui…

A propósito: A Organização das Comemorações dos 31 anos de Mangabeira por meio da FUNJOPE bem que poderia ter contratado o MC Rei Artur, O Cavaleiro da Távola Redonda, à noite de Sábado, 26/4/2014, às 20h., uma vez que a Atração da Noite FALTOU! Sem contar ainda que o MC Rei Artur, O Cavaleiro da Távola Redonda, é a mais legítima prata da casa, inclusive mora na Praça Coqueiral! Acorda FUNJOPE que esse Santo de Casa faz milagre sim. Nem é à-toa que em sua performance independente reúne cerca de cem manos e minas só pra lhe ver ligar as pick ups e lhes dá o ar de sua graça frente à sua casa todos os dias. Somando uma semana vão aí por baixo uns 700 jovens que lhes curtem na faixa.

Anúncios

Vídeo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: