A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL

 

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
Autor: Montgomery Vasconcelos (FUCIRLA/PB)

I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.

II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA MAS CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, ridículo, flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores.

Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI e como ele consabido os empreende, a saber: trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul.

Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber: reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.

III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.

Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários da Comunidade Científica Universitária.

Tratam-se de participantes dum mesmo clube do bolinha e da luluzinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática, comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN. Equidistâncias de mesmas proporções duma mesma relatividade como sendo também outro poder paralelo, tamanha é essa sua parafernália burocrática e acadêmica alopradas.

Posto ainda que essas artemanhas jamais prestam contas de seus atos corruptos nesses seus próprios concursos públicos nem por meio doutros semelhantes, tampouco doutros demais gerais e irrestritos. Haja vista que se escudam na sua autonomia universitária tão propagada nos arts. 205 a 207 da Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal/1988.

IV. QUAL O “MODUS OPERANDI” DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o “modus operandi” da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta, perversa, cruel e desumana. É como se fossem um grande clube do bolinha e da luluzinha, onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”

Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados, explorados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de públicos não têm nada. Haja vista porque todos vêm já com carta marcada, assinada e de forma infalível como se fosse essa igual à infalibilidade do Eterno.

V. COMO SE OBSERVAM OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus preferidos candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber: nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas IFES e IES de regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles preferidos e oriundos das regiões sul e sudeste, como se fossem colonizados felizes; rodízios intermináveis entre esses cargos de confiança deles mesmos, que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, caquéticos, incompetentes assumidos, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios, tristes, mau humorados e infelizes.

E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria e/ou lesa-pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação do saber.

VI. AFINAL, A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chegam ao ensino superior. Todavia, ainda assim, dessa porcentagem, 2% não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições, dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.

A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela, enquanto seus 94% vivem em total analfabetismo.

Afinal, a quem serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e, tempos depois, por esses aventureiros de desméritos sem dignidade nem honra?

VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária, recurso extremo duma nação à luz da educação?

Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, invasão, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas/ONU. Fora essas acepções e/ou exceções é armação!

VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitoria tem de responder essa pergunta ao povo da Paraíba, Nordeste e Brasil.

Por que os Familiares dos alunos e das alunas nunca têm acesso também como inscritos e/ou cadastrados à pagina SIGAA/UFPB deles, os seus entes queridos, conforme prática doutras Universidades, a saber: Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN?

O Cadastro dos Familiares na página dos alunos e alunas é, também, uma Medida de apoio acadêmico imprescindível. Medida essa que visa à carreira acadêmica de sucesso, além ainda de servir pra os auxiliar, os apoiar e os orientar. O que também não as exime de grandes irregularidades como as que ocorrem em o seu mais recente concurso público (2017-2018) pra professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN!

Haja vista que esses alunos e alunas, seus familiares e entes queridos, ficam desprotegidos, abandonados e se sentem como um estranho no ninho da UFPB. Universidade essa quem lhes adoecem de estresse, nunca os acolhem nem os tratam, deixando-os assim como trapos humanos, com a autoestima baixíssima e vivendo em petição de miséria acadêmica na sua tríade: ensino, pesquisa e extensão.

Constata-se que a Biblioteca Central/UFPB não oferece o menor conforto ao seu corpo docente, discente e pessoal técnico-administrativo pesquisar, tampouco trabalhar, que dirá às demais instituições que lhes celebram intercâmbios.

IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central/UFPB: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática avançada disponível à pesquisa nem aos pesquisadores.

Por tudo isso que se expõe aqui, a Biblioteca Central/UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles, antes, durante e após a sua cena inaugural, bem como, também, ainda, daqui pra frente.

Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofos por meio dessas suas goteiras e infiltrações.

X. AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propagada nos Arts. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa maneira, transforma-se numa autonomia universitária sem noção, que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!

A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar! Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.

XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de Qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!”

Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica Universitária que lhe dá respaldo.

O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade.

Posto ainda que o Campus I da UFPB é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade em a sua tríade que lhe sustenta por meio duma base sólida, a saber: ensino, pesquisa e extensão.

XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação!

Atenção! Atenção!

Corpo docente, discente e funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!

E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto tangido pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?

Diga lá Reitoria, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim! Qual o porquê disso tudo? Sabe por que? Porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública/UFPB desde mesmo a sua cena inaugural, a sua origem.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

Anúncios

O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018

O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018
I
Se o luar-prata de seus olhos penetrasse
O castanho-romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À Coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a Lua em Carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do EU traquinas
Veria meu coração Leão das Colombinas
Beijar seu rosto lindo quando EU o tocasse.

Por isso caí logo em Carnaval Cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de Feitiço Tríplice,
Cerrando as portas da Saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra EU amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe EU olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe EU molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe EU mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade pra EU voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se EU fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que EU desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante,
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de Momo. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que EU existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

XI
Quem lhe disse que viver é um mar
De rosas ou um paraíso adâmico?
Ingenuidade nem aos poetas amar,
Quem dirá no seu código islâmico.

Bom mesmo é pôr os pés no chão,
Todo dia que nem a Musa Coqueiral
Quer chova quer faça sol o coração
Dela nem se toca à luz do Carnaval.

Dê seus pulos aí, se vire nos trinta,
Faça bico, biquinho com sua trinca,
Mas na solidão de quem nasce só,

De quem mesmo que você tem dó?
Negue amor ao coração explodindo,
Se viver fosse bom se nascia rindo.

XII
eita… a melhor notícia desse 2017:
leão casa nesse ano novo com ela:
musa coqueiral e bem no ano dela,
conforme vem escrito a 7 do mês…

mas tá faltando tudo: ela lhe aceitar,
ela lhe admirar, enfim ela… lhe amar…
também, o que você fez, só o nada,
tá doído, como casar com a amada

ainda mais agora: ela emancipou…
foi à luta, ficou mais independente,
mais linda, mais mulher e já amou.

vai encarar, vai arregar borra-botas,
vai desistir de tudo feito o carente
pusilânime fugindo à luta de cotas.

XIII
Amanhece à luta que anoitece
Pra Musa Coqueiral no Laranjal,
Mas sua vida custa + que prece
Porque seu Ano Novo é especial.

Prece merece quem trabalhar
Que nem essa mulher guerreira,
Venerada igual mulher brasileira,
Paraibana, nascida na capital…

Bora orar pra Musa Coqueiral
Sã e salva pro trampo ir e voltar…
Fim de semana tem Carnaval…

Esses seus dias vêm e vão,
E nunca calam meu coração
De Leão, paciente à inexatidão.

XIV
depois desses golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.

recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.

quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.

golpe é golpe e um contra vem a galope…
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguem se iluda.

XV
foi de repente, do inesperado
que me falou a musa do coqueiral,
agora à noite em céu enluarado,
com sua licença poética legal:

“boa noite, pode sim!” quando pedi
pra usar o ferro de alongamento
da praça que lhe dá o monumento.
tudo nela é perfeito pois eu medi:

voz, ritmo, olhar educado, elegante,
musa de fino trato e empolgante.
valeu à presença do imprevisível,

pois ainda estou ferido dos golpes
que tomei no corpo e n’alma de torpes
traidores da nação indizível.

XVI
musa do coqueiral é essa águia nobre
quando lhe chega à crise existencial,
a mais crítica de sua vida, bate asas
e também bate em retirada, voo alto,

desaparece, dizem que se isola noutro
ponto mais alto do planeta, por certo,
aqui na parahyba, serra da borborema,
logo, mais linda que garota de ipanema.

é questão de vida ou morte, se renova,
muda tudo, bico, penas, garras e rapina.
mas, eu, como amo essa águia-menina.

pois, depois ela volta com voo mais alto
pra me impressionar, eu nada a mostrar
pra ela, digo: sou seu e o boi não lambe.

XVII
Carnaval sem ser ano bisexto 2017
Mantenho foco: Musa Coqueiral.
Cuido bem de mim pra você pintar o 7
Fico em casa só lhe pensando igual.

Ô Musa Coqueiral nesse 2017-Carnaval
Cuido bem de mim só pra você me vê.
Quem lhe disse ter visto-me em Nepal?
Mentiu só pra querer afastar-me de você.

Têm inveja da gente brava inocente
Porque nós só pensamos um no outro.
Por isso que o nosso amor vem e fica.

Por um lado você pensa na brava gente
Por outro EU nunca dou bom dia a potro,
Chiquita Bacana lá da Martinica…

XVIII
Musa Coqueiral não entenda mal Hey Joe!
É caso de amor do século dezoito,
Época do faroeste lá nos USA…
Onde brutos também amam nos conta Poe.

Canção do Deus Fogo da música Hendrix,
Quem a imortalizou pra você Musa…
Enfrentando totem e tabu afoito…
Com tal balada anônima de Herói Mandrix.

Veja que fala de forca e carrasco…
Símbolos passados e tempos de asco,
Mas dum amor fiel que nega traição…

Valores que hoje as pessoas não verão!
A mentira tem pernas curtas Damasco!
A verdade dói, mas não cai em penhasco.

XIX
Musa Coqueiral, ninguém lhe ama como EU…
Musa Coqueiral, meu SER tá grávido de VOCÊ..
É Por isso que às vezes desapareço…
Quase sempre presente ao seu apreço…

Dou-me volta pra nunca lhe dá volta MEU
NInguém mais usa só EU o VOSSA MERCÊ…
É pro Mundo saber que só EU lhe mereço
Porque também somente EU lhe obedeço

O Mundo pára se me engravidam poesias.
Somem caminhos, faltam outras mil vias,
Mas nunca faltam amores sutis na Praça.

Um dia ainda vou sentar Praça nas Folias,
Pra vê se Musa Coqueiral pára seus dias
Pra me vê no Carnaval em sua Caça…

XX
NINGUÉM sabe o que acontece agora consigo,
Musa Coqueiral, mas sabem tudo comigo.
Parece coisa do destino mudado
Ou é brincadeira com coisas de meu passado.

Feito um estranho no ninho me sinto assim.
Parece até um feitiço de mestiço…
Ou de alguém caindo em lágrimas rir de mim…
Decerto me causa um grande rebuliço…

Pelas ruas da Cidade há um pavor
Nas pessoas que se dizem muito boas…
Mas na verdade são pessoas às toas…

Metem o malho umas nas outras sem favor,
Depois vão cantarolar fazendo loas,
Percorrendo a vida alheia em canoas.

XXI
Musa Coqueiral, por que me mata de medo?
Quase cai de costas quando lhe vi
Sem Capacete em sua Motinha Preta!
Ninguém me contou, eu mesmo a vi, sem treta!

Meu coração voou em bandas azedo!
Nunca desligo-me de SI meu Bem-te-vi!
Nunca proceda assim, morro sem mutreta.
Jamais aceito vê-la andar de muleta.

Por que você quer maltratar-me tanto assim?
Que foi que eu lhe fiz pra você me magoar?
Mas será o Benedito? Você sabe

Que eu nunca vou aceitar fugir de mim,
Ainda mais sem Capacete me matar?
Beba Coca-Cola, mas sem mim não babe!

XXII
Na verdade seus olhos nunca olharam os meus
Desde 16 (dezesseis) de abril de 2011
Quem cometeu este equívoco Prometeus?
Mas o abandono que me impõe no bronze

Prova que fui seu louco bobo da corte,
Quem ficou pra trás feito algo dum desprezo,
Que sequer se fez notar em seu menosprezo,
Depois de tanto lhe rogar socorro, vôte!

Se você soubesse o quanto lhe estimo,
Só de onda socorria meu pobre SER,
Que ficou mais catatônito sem lhe ver.

Ô Musa, por que me deixou no ínfimo?
De seu puro desamor nunca me querer
Perto do coração nem seus olhos vou ter?

XXIII
Musa do Coqueiral, sou um Parahyba,
Mais pareço um Fauno que Forte Caprino,
Desde a Lua trago-a consigo EU Menino,
Inda quando EU andava pela Guaryba!

Mas ando perdido pela nossa Terra!
Que ironia, logo aqui onde nasci,
Não posso vê você na Terra onde cresci!
Aprendi que “O Bom Cabrito Não Berra!”

Hoje, é só Carnaval, chovo sem você,
Semanas inteiras sem que eu possa lhe vê!
Mas a prudência me obriga fazer assim!

Dependesse de mim, não tava nem aí.
Se me matam escapo morto! Mas e daí?
Seu amor me fez abrir mão de SI por MIM!

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”
há um pássaro preso na gaiola
que se chama democracia,
“eu” vou soltá-lo a torto e à direita
pra ele cantar à musa do coqueiral,
sem golpe nem impeachment,
o hino nacional de toda poesia:
lula livre marielle vive!
democracia, ó minha poesia carnavalizada,
és a árvore a quem devo reclinar-me,
mas se algum dia o prazer da corrupção
vier procurar-me, assum preto… assum preto
de minha democracia antropofágica e carnavalizada,
dize a esse monstro que “eu” fugi de casa.
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama carnaval, a festa da carne
ou antropofagia carnavalizada, “eu” perguntei:
por que tu choras? ele falou quero voar,
quero voar pra cantar democracia pelo ar,
pois eles são muitos, mais de cem, mais de mil,
e um juiz desmoronado, mas não podem voar…
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama lula, “eu” perguntei: por que te prendem
já preso e ferido à liberdade há mais de 518 anos…
ele falou: porque se me matam escapo morto que nem
geraldo vandré, zé dirceu, che guevara e salvo
a soberania popular duma vez e ainda trago junto
minha liberdade sequestrada pelo forjado juiz
colonizado feliz do pentágono dos estados unidos da
américa do norte, o maior torturador e defensor da
sonegação das grandes fortunas parahybanas,
brasileiras, latino-americanas e de toda humanidade.
lula livre marielle vive!
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL

OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Que fique muito bem claro que esses codinomes desses políticos envolvidos e citados pela ODEBRECHT na operação Lava Jato são apenas formiguinhas dentro de toda essa prática de corrupção, pois sequer representam 3% da dívida dos impostos sonegados pelos pai Emílio Odebrecht e filho Marcelo Odebrecht e demais grupos corruptos.
Agora esses Emílio e Marcelo sim, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista do Grupo Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAU, a General Motors do Brasil/GMB e demais são os responsáveis pela corrupção generalizada. Corrupção essa que vem grassando à Nação e por isso devem ser presos e confiscadas todas suas empresas e devolvidas à soberania nacional.
Haja vista ainda porque são todos eles bandidos de alta periculosidade empresarial, econômica, social e cultural, logo corruptores, enquanto os políticos são apenas os corrompidos, as formiguinhas tontas e inexpressivas de todo esse processo contra eles, os grandes elefantes da corrupção, a saber: Sem corruptor nunca haverá corrompido nem corrupção. Que se extinga o corrutor pra que se salve a Nação!
II. NÃO SE PODE CERCAR AS FORMIGUINHAS DA POLÍTICA E DEIXAR PASSAR POR CIMA OS ELEFANTES BRANCOS E JUMBOS DA CORRUPÇÃO EMPRESARIAL!
Seria trágico se não fosse cômico a constatação de que esses apelidos, codinomes e ou coisa lá que o valha, aparecendo nas delações dos verdadeiros responsáveis da corrupção, os corruptores, que sem eles nunca haveria corrompidos nem corrupção, o entendimento de que foram usados, explorados e tomados como escudos no Estado Democrático de Direito por meio dos representantes do Povo, os Políticos, os corrompidos.
Que se corrijam e devolvam à dignidade, à honra e à justiça à Nação e à Soberania Nacional. Os políticos e o povo que representam foram vítimas dessas artemanhas de empresas, empresários, grupos econômicos, banqueiros, rede de comunicação, conglomerados internacionais corruptores.
Que os corruptores sejam presos e confiscadas todas suas empresas, conglomerados e grupos devolvidos à soberania nacional por serem caloteiros, não honrarem suas dívidas com o BNDES e sonegarem impostos: crime de lesa-pátria!
Sem corruptores nunca haverá corrompidos nem corrupção! Que eles sejam exterminados da face da Nação e suas empresas, conglomerados e grupos, todos surrupiados dos 214 milhões de brasileiros, sejam confiscados e devolvidos à soberania nacional de fato e de direito, e, consequentemente, a derrocada da corrupção.
Haja vista ainda que não se pode cercar as formiguinhas políticas iludidas, inexpressivas nesse universo da corrupção empresarial e deixar passar por cima os elefantes brancos e jumbos dessa cruel corrupção que vem grassando à Nação!
III. OS CODINOMES-LOGROS DESVIAM A OPINIÃO PÚBLICA NO BRASIL
Os políticos são as formiguinhas da grande farsa desse movimento de corrupção empresarial, implementado pela filosofia nefasta dos megas empresários, vide Joesley Batista, Emílio Odebrech, Marcelo Odebrecht, Eike Batista, Grupo ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB e demais, a saber:
“Trovador”, “Ferrari”, “Babel”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Misericórdia”.
Observa-se como esses apelidos da lista apresentada, denunciada e inventada pela ODEBRECHT foi uma invenção pra desviar a opinião pública de suas campanhas da corrupção. Pra tanto, confira-se essa Fonte: “Jornal do Brasil” 10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37.
Em a sua delação no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho cita os apelidos que eram dados aos políticos pela empresa. Para não usar seus nomes, os executivos falavam codinomes, como “Trovador”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo”, entre outros. As informações foram divulgadas pelo site Buzzfeed Brasil.
IV. O ELENCO POLÍTICO À CORRUPÇÃO: UMA FARSA DAS EMPRESAS
Na maior cara de pau, os grandes empresários, grupos e conglomerados nacionais e internacionais preparam uma farsa que apresentam por meio duma lista fajuta, ridícula, vergonhosa e constrangedora, na qual consta codinomes de políticos que lhes atribuem como sendo a prova cabal de sua isenção na responsabilidade da cabeça da corrupção porque são os verdadeiros corruptores, agentes inquestionáveis da responsabilidade total dessa corrupção supracitada.
Uma vez que só existem corrompidos e demais por causa da existência e cena inaugural dessa corrupção por meio dessas empresas corruptoras! O resto é tergiversar em cima de farsas e convicções sem atacar a raiz radical da questão fundamental: corruptores criadores da corrupção!
Constatem-se aqui como os corruptores inventaram esses apelidos, a farsa e o logro pra desviar a opinião pública de sua criação: a corrupção! Eis aqui e agora o seu álibe por meio dessa sua invenção: a lista de codinomes, a saber:
1. Trovador – Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) atual Vice-Presidente do Senado Federal.
2. Caju – Romero Jucá (PMDB-RR). Ex-ministro da Casa Civil de Michel Temer.
3. Justiça – Renan Calheiros (PMDB-AL). ex-Presidente do Senado Federal.
De acordo com delação de executivo da Odebrecht, Renan Calheiros era conhecido como “Justiça”.
4. Índio – Senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE). Atual Presidente do Senado.
5. Babel – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). Exonerado da Secretaria de Governo de Michel Temer.
6. Bitelo – Deputado Lúcio Viera Lima (PMDB-BA). Irmão de Geddel.
7. Primo – Eliseu Padilha (PMDB-RS). Ministro da Casa Civil.
8. Caranguejo – Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Deputado cassado
9. Polo – Jacques Wagner (PT-BA). Ex-ministro de Dilma Rousseff e ex-governador da Bahia.
10. Ferrari – Delcídio do Amaral (ex-PT-MS). Senador cassado.
11. Botafogo – Rodrigo Maia (DEM-RJ). Presidente da Câmara dos Deputados.
12. Las Vegas – Anderson Dornelles. Assessor de Dilma Rousseff.
13. Campari – Ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
14. Cerrado, Pequi ou Helicóptero – Senador Ciro Nogueira (PP-PI).
15. Pino ou Gripado – Senador José Agripino Maia (DEM-RN).
16. Todo Feio – Ex-deputado Inaldo Leitão.
17. Corredor – Duarte Nogueira (PSDB-SP). Prefeito eleito de Ribeirão Preto.
18. Gremista – Deputado Marco Maia (PT-RS).
19. Tuca – Deputado Arthur Maia (PPS-BA).
20. Misericórdia – Deputado Antônio Brito (PSD-BA).
21. Decrépito – Deputado Paes Landim (PTB-PI).
22. Boca Mole – Deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).
23. Kimono – Arthur Virgílio (PSDB-AM). Prefeito reeleito de Manaus.
24. Missa – Deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).
Fonte: “JORNAL DO BRASIL”
V. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Há que se tomar medidas drásticas no combate às empresas corruptoras porque são as únicas responsáveis pela corrupção que vem grassando à Nação. Haja vista que sem elas, as corruptoras jamais, nunca, haveriam os corrompidos.
É como se houvesse a questão fundamental e objetiva pra se achar a raiz inaugural desse mal que destrói, devassa e apodrece a Nação: empresas corruptoras largamente supracitadas nessa matéria, a saber:
Emílio e Marcelo, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista da Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAÚ, a General Motors do Brasil/GMB e demais!
Sem a presença corrupta dessas empresas corruptoras nunca haveria a corrupção! Sem a permissividade da soberania nacional elas jamais haveriam de frutificar em solo brasileiro! haja vista que são o mal que a tudo consome: Corrupção!
Que esse mal seja expurgado da Nação e a soberania nacional, o tesouro nacional e a soberania popular voltem a reinar no Brasil desses 214 milhões de usurpados e deserdados.
VI. FONTES:
1. Buzzfeed Brasil;
2. Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-PB;
3. Jornal do Brasil. (10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37)
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)

A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

quando eu me vi sem a minha mouraria,
eu pensei logo na praça dum novo dia,
mas perdi a taça pra musa coqueiral,
sua dona desde as festas de carnaval.

“ai mouraria da velha rua da palma
onde eu um dia deixei presa minh’alma”
nunca mais vou acabar sua poesia,
pois quanto mais faria algo lhe faltaria.

agora à noite dum sábado de aleluia,
corro parado e parado voo pra musa
do coqueiral. toda minha vida inteira

tomei cano, toco, até banho sem cuia.
criei currículo-namorar mas ninguém usa.
por que recusa-me essa nova maneira?

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

LULA LIVRE MARIELLE VIVE

LULA LIVRE MARIELLE VIVE
depois dos golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.
 
recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.
 
quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.
 
golpe é golpe e um contra vem a galope!
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguém se iluda.
 
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?

A QUEM SERVE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL?
(Autor: Montgomery Vasconcelos – FUCIRLA/PB)
I. INTRODUÇÃO
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o imperador françês de 4, a ver navios e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.
II. DOM JOÃO VI CRIA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA MAS CORRUPTA À NAÇÃO!
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe chamam de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, ridículo, flexível, escorregadio, sábio, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores.
Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI e como ele consabido os empreende, a saber:
trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul.
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808 por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber:
reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, marqueses, marquesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.
III. A UNIVERSIDADE PÚBLICA ATUAL NÃO SERVE AO POVO: 214 MILHÕES DE BRASILEIROS!
Daí é só observar que a Universidade Pública no Brasil atual, tal qual àquela criada por Dom João VI, continua servindo às classes dominantes por meio de seus cargos de confiança e demais práticas perversas, imorais e anti-éticas, indo desde reitorias, pró-reitorias, direções de centros, chefias de departamentos, coordenações de cursos, órgãos complementares e demais setores seus.
Há que se observar as artemanhas com que se revestem os seus corpo docente, corpo discente e técnicos-administrativos, os chamados pessoal de apoio ou funcionários da Comunidade Científica Universitária.
Tratam-se de participantes dum mesmo clube do bolinha e da luluzinha, que se comunicam por meio duma linguagem oficial da máquina burocrática, comparada às mesmas que utilizam as facções criminosas do PCC, CV e FDN. Equidistâncias de mesmas proporções duma mesma relatividade como sendo também outro poder paralelo, tamanha é essa sua parafernália burocrática e acadêmica alopradas.
Posto ainda que essas artemanhas jamais prestam contas de seus atos corruptos nesses seus próprios concursos públicos nem por meio doutros semelhantes, tampouco doutros demais gerais e irrestritos. Haja vista que se escudam na sua autonomia universitária tão propagada nos arts. 205 a 207 da Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal/1988.
IV. QUAL O “MODUS OPERANDI” DA UNIVERSIDADE PÚBLICA CORRUPTA DO BRASIL?
Há ainda que se notar qual o “modus operandi” da universidade pública corrupta do Brasil aqui, agora e em outrora. E qual é o seu “modus operandi”? Funcionam por meio duma filosofia nefasta, perversa, cruel e desumana. É como se fossem um grande clube do bolinha e da luluzinha, onde “quem tá de fora não entra e quem tá de dentro não sai!”
Como se observa essa maracutaia secular desde 1808 dentro da universidade pública, mantida pelo erário público de cidadãos e cidadãs honestos, tributados, explorados e sacrificados ao rés do chão? Isso se observa desde a distribuição e redistribuição desses cargos à nomeação de seu corpo docente por meio de “concursos públicos”, que de públicos não têm nada. Haja vista porque todos vêm já com carta marcada, assinada e de forma infalível como se fosse essa igual à infalibilidade do Eterno.
V. COMO SE OBSERVAM OS SINAIS FORTES DA CORRUPÇÃO NOS CONCURSOS PÚBLICOS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL?
Pra tanto, é só acompanhar o percurso desses seus preferidos candidatos aos seus concursos também ligados às denominações daqueles responsáveis pelos cargos de confiança supracitados, dando-se assim, a saber:
nepotismo direto e cruzado; amiguinhos amestrados que se cruzam nas diversas IFES e IES de regiões e estados do país, com uma maior frequência e preponderância naqueles preferidos e oriundos das regiões sul e sudeste, como se fossem colonizados felizes; rodízios intermináveis entre esses cargos de confiança deles mesmos, que chegam à velhice de néscios toscos, surrados, caquéticos, incompetentes assumidos, mesquinhos, esquizofrênicos, depressivos, doentios, feios, tristes, mau humorados e infelizes.
E assim vão seguindo errantes porque são regidos por outras filosofias nefastas como se fossem e se estabelecessem sob um excêntrico código de honra, que só comete crimes de lesa à pátria e/ou lesa-pátria, quando se eternizam entre eles “apegados aos cargos feito carrapatos”; “nunca largam o osso” e por isso nunca também há ali renovação do saber.
VI. AFINAL, A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA? O BRASIL É UM PAÍS ANALFABETO!
Assim, dia após dia, a Universidade Pública vai distanciando-se do povo de tal forma que ela não tem mais serventia pra nada dentro dum universo de mais de 214 milhões de brasileiros, no qual apenas cerca de 8% dessa população chegam ao ensino superior. Todavia, ainda assim, dessa porcentagem, 2% não concluem seus cursos, dada à evasão enorme por falta de inúmeras condições, dentre tantas essa aloprada corrupção grassando no seio dela mesma.
A concluir por meio dessa porcentagem 8% ainda assim inconclusa, o Brasil é um país analfabeto porque apenas 6% de sua população consegue concluir o ensino superior, e sem contar os analfabetos técnicos formados por ela, enquanto seus 94% vivem em total analfabetismo.
Afinal, a quem serve a Universidade Pública senão a esses corruptos que a invadiram desde a sua cena inaugural no ano de 1808, por obra e graça de Dom João VI, e, tempos depois, por esses aventureiros de desméritos sem dignidade nem honra?
VII. QUEM VAI SALVAR A UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL? O POVO?
Urge uma reforma educacional na rede de ensino de nível superior, a fim de se corrigir de vez essa maracutaia no seio da Universidade Pública. Onde já se viu em lugar nenhum do mundo a Universidade estar acima da ordem e da lei por meio de autonomia universitária, recurso extremo duma nação à luz da educação?
Haja vista que essa prática da autonomia universitária se dá quando um país passa por estado de sítio, guerra, invasão, golpe ou quebradeira econômica com intervenção direta do Tribunal Internacional de Haya ou da Organização das Nacões Unidas/ONU. Fora essas acepções e/ou exceções é armação!
VIII. A QUEM SERVE À UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL E QUEM VAI À UFPB?
Onde parou a Universidade Federal da Paraíba/UFPB no caminho certo à Educação de Qualidade? A Reitoria tem de responder essa pergunta ao povo da Paraíba, Nordeste e Brasil.
Por que os Familiares dos alunos e das alunas nunca têm acesso também como inscritos e/ou cadastrados à pagina SIGAA/UFPB deles, os seus entes queridos, conforme prática doutras Universidades, a saber: Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN?
O Cadastro dos Familiares na página dos alunos e alunas é, também, uma Medida de apoio acadêmico imprescindível. Medida essa que visa à carreira acadêmica de sucesso, além ainda de servir pra os auxiliar, os apoiar e os orientar. O que também não as exime de grandes irregularidades como as que ocorrem em o seu mais recente concurso público pra professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN!
Haja vista que esses alunos e alunas, seus familiares e entes queridos, ficam desprotegidos, abandonados e se sentem como um estranho no ninho da UFPB. Universidade essa quem lhes adoecem de estresse, nunca os acolhem nem os tratam, deixando-os assim como trapos humanos, com a autoestima baixíssima e vivendo em petição de miséria acadêmica na sua tríade: ensino, pesquisa e extensão.
Constata-se que a Biblioteca Central/UFPB não oferece o menor conforto ao seu corpo docente, discente e pessoal técnico-administrativo pesquisar, tampouco trabalhar, que dirá às demais instituições que lhes celebram intercâmbios.
IX. BIBLIOTECA CENTRAL/UFPB FALIDA É SEU CALCANHAR DE AQUILES
É notório o descaso com a Biblioteca Central/UFPB: sem acervo atualizado; sem salas adequadas nem refrigeração aos pesquisadores; sem tecnologia midiática avançada disponível à pesquisa nem aos pesquisadores.
Por tudo isso que se expõe aqui, a Biblioteca Central/UFPB dessa forma falida como se apresenta vem a ser o seu próprio calcanhar de Aquiles, antes, durante e após a sua cena inaugural, bem como, também, ainda, daqui pra frente.
Como se nada mais lhes bastassem, até infiltrações permeiam o teto e as paredes da Biblioteca Central/UFPB, comprometendo assim o seu tão parco acervo, que sofre com fungos e agora mofos por meio dessas suas goteiras e infiltrações.
X. AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA SEM NOÇÃO PÕE UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL ACIMA DA ORDEM E DA LEI
Enfim, a UFPB mantém muito mal seus órgãos e sua autonomia! Cadê a autonomia tão propagada nos Arts. 205 a 207 da Carta Magna, a CF/1988? Dessa maneira, transforma-se numa autonomia universitária sem noção, que põe a universidade pública acima da ordem e da lei! Mas será o Benedito!
A UFPB está sem a menor condição de formar nem pesquisadores tampouco profissionais ao mercado, e novos educadores nem pensar! Posto que nem UFPB, Sociedade e Mercado nunca se entendem nesse total desencontro.
XI. FALTA ESTRUTURA À UFPB PRA SER UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE QUALIDADE
Há que se considerar a falta de estrutura à UFPB pra que ela se torne uma Universidade Pública de Qualidade. Pudera! A UFPB desmantelada e sucateada como está quem vai querer ir pra lá? Há que se investigar a fundo o que ocorre na administração da UFPB. “MEC, cadê você! Eu vim aqui só pra lhe vê!”
Apertem a Reitoria ou a Comunidade Científica Universitária que lhe dá respaldo.
O Campus I, que se localiza na Capital da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, sequer tem área de extensão que se lhe justifique ser uma Universidade de Qualidade.
Posto ainda que o Campus I da UFPB é pequeno, espremido, acanhado, tudo condensado pra pior, uma vez que não se verticaliza nem tampouco se expande com qualidade na horizontalidade. Até mesmo porque não tem mais pra onde ir nem crescer e aparecer no mapa das instituições de ensino superior com qualidade em a sua tríade que lhe sustenta por meio duma base sólida, a saber: ensino, pesquisa e extensão.
XII. O TIM TIM POR TIM TIM DA CORRUPÇÃO NA UFPB
Afinal que UFPB é essa? Tem boi na linha! Ou tem armação!
Atenção! Atenção!
Corpo docente, discente e funcionários, não aceitem óculos sem lentes porque isso é armação!
E aqui cabe logo o primeiro pressuposto: quem vai à UFPB? E logo vem o segundo pressuposto tangido pelo primeiro e principal também: Aonde vai a UFPB caminhando pra trás assim?
Diga lá Reitoria, o povo da Paraíba quer saber tim tim por tim tim! Qual o porquê disso tudo? Sabe por que? Porque contribui com o erário público, impostos que sustentam essa Universidade Pública/UFPB desde mesmo a sua cena inaugural, a sua origem.
XIII. A CENA INAUGURAL DA CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO BRASIL
Há cerca de 40 anos, no meio de meu Curso Superior na Universidade Federal da Paraíba/UFPB, lendo obcecado a poética de Augusto dos Anjos, percebi sua revolta contra a corrupção, que grassa à Nação, e cuidei de dar continuidade à luta sua e agora minha, sempre a fazendo dentro de meus limites radicais e inegociáveis. Motivo pelo qual, oposto a Ele, o poeta dum livro só, o “EU”, mantenho-me fora do foco e do olho do furacão da corrupção.
Como é bom ser anônimo! Dizem que nesses tempos imperiosos da corrupção, ser anônimo é sinônimo de honesto que morre pobre. Todavia, agradeço às Universidades Corruptas que citarei adiante por existirem, pois sem seu mar de corrupção, minhas pesquisas que lhes denunciam jamais fariam sentido. Haja vista que as empreendo há 40 anos, e só agora vem fazendo sentido por causa da Nuvem (Net) onde as propago ao mundo inteiro com suas redes sociais e todo seu arsenal midiático na era cibernética.
Agradeço ainda às Universidades Corruptas por me afastarem, pois nem tenho como lhes servir. Muito obrigado! Valeu! Daqui pra frente meu trabalho vai ser propagar seu mar de corrupção por toda vida até o fim do mundo. Trata-se também dum grande combate de guerra contra o Palhaço Trump quem corrompe o mundo.
Antes destruíam minhas teses e pesquisas nessas próprias Universidades Corruptas e Ignorantes, pois ainda nem perceberam o quão seu mar de corrupção é importante à mudança da crise geral, que já vem marcada noutro sincretismo religioso desde o Livro VI do Génese, a saber: “CORRUPÇÃO DA HUMANIDADE”. Eis o ponto mais alto da corrupção da Universidade, que por isso a agradeço, pois não tenho, nunca tive, nem nunca terei essas suas qualidades corruptas pra lhe servir.
Assim, sou inútil à corrupção, à ELA, à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS. Haja vista que a Universidade Brasileira remunera mal o Educador, pois sequer seu salário chega ao que pagava Dom Pedro II aos professores de sua rede de educação, R$ 30.000,00 (Trinta Mil Reais) algo equiparado à classe de Desembargador daquela época Colonial. Daí que só haverá procura de minha parte em participar doutro concurso ao Magistério Superior quando chegar à equiparação salarial nessa monta.
Sem contar que há evasão enorme tanto na Rede Secundária (Escola de 2° grau com apenas 40 estudantes inscritos, por unidade escolar com 40 professores, um aluno pra cada professor) quanto na Universidade (apenas 8 milhões de ingressos no 3° grau em toda sua existência numa população de 2012 milhões de brasileiros, menos de 5%, mas que ainda assim não concluem seus cursos, e que isso por si só prova que o Brasil é um país analfabeto.
E observem que nem foram incluídos aí também os analfabetos técnicos, que não entraram nessa conta.
Haja vista ser por isso mesmo, por certo, que o próprio poeta Augusto dos Anjos nem pede, obriga, tampouco sugere a ninguém fazer isso, nem mesmo autoriza pra tal quando escreve em sua “CRÔNICA PAUDARQUENSE” sobre todas as classes sociais, poder, política, sistema de governo, religião, economia, antropologia, sociologia, poesia, literatura, pintura, arte, ciência, cultura, gramática, idioma pátrio, enfim poética, segundo Aristóteles, Sócrates e Homero, a saber:
“Somos quando muito uma superfectação poética ou uma basttardia litterária.” (Augusto dos Anjos, 1905.)
Eis o ápice de sua crítica percuciente, respondendo aos seus próprios questionamentos em torno do que se discutia em nível nacional sobre a efervescência de “escolas modernas”, importadas da Europa e dos Estados Unidos da América do Norte/EUA, que nem sequer têm nome de País como, a saber: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Guatemala, Venezuela, Chile, Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia, Inglaterra e demais.
Depois disso tudo que percebi na Poética de Augusto dos Anjos, à luz de Aristóteles, Sócrates e Homero, decidi dar continuidade às denúncias desse poeta paraibano contra a corrupção no Brasil, e logo fui chamado de louco, no próprio seio da comunidade universitária. Fiquei intrigado! Matutei, matutei, matutei e avancei mais doido ainda nessa empreitada estranha.
EUREKA! Pra não mais meu espanto, fui descobrindo que nessas próprias Universidades havia um mar de corrupção. Varei! Estava tudo explicado! Varei! Estava tudo consumado! Varei! A Corrupção era e ainda é Geral. Varei!
Daí então ficou tudo mais fácil entender o universo dessa corrupção em que se havia metido o meu País. Posto que são nas suas Universidades onde se discutem, se elaboram, se tratam, se plasmam, se aparelham, se talham e se escolhem os futuros administradores da coisa pública nacional. O Presidente do Supremo Tribunal Eleitoral Gilmar Mendes que se explique à Nação a corrupção de sua Universidade por meio também de seu “Coronelismo Eletrónico”.
Mas afinal, cadê a soberania do Tesouro Nacional? E cadê a soberania popular? Cadê a soberania nacional? Cadê o projeto de Universidade Popular? Cadê o projeto de escola popular pra Nação Analfabeta?
É por isso que se afoga nesse mar de lama da corrupção o Brasil, pois apenas 8% da população chega à universidade, e isso no universo de 100% dos 2012 milhões de habitantes brasileiros é analfabetismo crônico. Nem adianta tergiversar posto que contra tais fatos não há argumentos. Todavia, podemos fazer agora o percurso às avessas: não deu, bora dá! Custe o que custar, doa a quem doar!
Que o Ministério Público Federal/MPF comece já a passar o Brasil a limpo por meio desses bandidos empresários corruptos da JBS, J&F, FRIBOI, SADIA, PERDIGÃO, ALPARGATA, VIGOR, LECO ELDORADO, ODEBRECHT, VALE DO RIO DOCE, ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB, REDE GLOBO, UFMS, UFPB, UEPB, UFRJ, UNIFESP, UFABC, USP, UNICAMP, PUC-SP e demais que são, apenas agora todos juntos e misturados, somente a pontinha desse monstruoso ICEBERG da corrupção no Brasil.
XIV. LÁBIA JATO: UFMS ROUBA R$ 120 BILHÕES DO BRASIL
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS. Eis aqui mais um pequeno memorial da corrupção que não fica atrás desses corruptos da JBS, J&F, FRIBOI, ALPARGATA, ELDORADO, VIGOR, LECO, SADIA, PERDIGÃO, ODEBRECHT, VALE DO RIO DOCE, ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB, REDE GLOBO e demais. Trata-se do Memorial da Corrupção nas Instituições Federais de Ensino Superior/IFES (públicas) e Instituições de Ensino Superior/IES (privadas) todas Universidades Brasileiras, a saber:
1. UFRN/2017-2018
2. UEPB/2005-2016;
3. UFPB/1977-2016;
4. UFMS/1987-2016;
5. PUC-SP/2002-2016;
6. USP/2005-2016;
7. UNICAMP/2007-2016;
8. UFABC/2008-2016;
9. UNIFESP/2008-2016;
10. UFRJ/2008 -2016.
Tudo isso vem ocorrendo sob o olhar Guevara de seus mártires que se eternizam desde a década de 1980!
“Quem sabe faz a hora não espera acontecer.” (Geraldo Vandré, 1968)
“E se me matam escapo morto.” (Monty, 2014)
XV. UEPB/2005-2016
Será o Benedito! Universidade Estadual da Parahyba/UEPB desde 2005 que realiza, à custa do erário público, concursos secretos como se fossem públicos, cometendo crimes de lesa-pátria, corrupção, reter documentos de candidato, irregularidades acadêmicas nos currículos concursais e demais práticas sem a menor transparência.
Inclusive, peitando o Ministério Público Estadual, a UEPB continua realizando Concurso Secreto como se fosse Público/2015-2016 pra escolha de seu quadro efetivo de professores, procedimento incabível, deslocado no tempo e espaço porque golpe nunca mais! Autonomia Universitária é coisa de época de guerra, estado de sítio, ditadura, tirania e holocausto.
Ó U AUÊ AÍ Ó Ministério Público Estadual! Se não pode com o pote por que pegou na rodilha? Por que não passa o Caso agora pro Ministério Público Federal? Vai continuar blindando a Corrupção da UEPB?
XVI. UFPB/1977-2016
Trata-se dum dos maiores projetos de corrupção na educação de qualidade da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, chegando ao seu ápice neste ano de 2016, no qual mudam as regras do Edital em plena realização do concurso, inclusive manipulando até sorteio dos temas da prova escrita, na maior cara de pau, ficando claro que se trata dum nefasto clube do bolinha e da lulusinha, sob a filosofia nefasta dum crime de lesa-pátria, onde quem tá dentro não sai e quem tá fora não entra.
A UFPB faz Concurso Público como uma Máfia de Compadres e Comadres. Há que chegar o socialismo e seus nomes têm de ficar pregados no paredão. Esse mar de corrupção nos concursos públicos da UFPB é um tsunami que já vem se arrastando desde a década de 1970, 46 anos. Trata-se da ditadura mais longa dos concursos públicos ao ensino superior de que se tem notícias, no seio da Universidade Pública Federal do Brasil.
Ápice de corrupção esse no qual é visível e transparente o CAMPUS I/UFPB, Cidade Universitária, João Pessoa-PB, que virou de vez um Canteiro de Obras Intermináveis (COI) onde nada se conclui, mas sempre estão em construção e desmoronamentos constantes, objetivando lavar uma dinheirama de somas vultosas, desde que passou a ser o terceiro orçamento das Universidades Federais do Brasil, as chamadas IFES (Instituições Federais de Ensino Superior) quando há 40 anos, um de seus reitores/UFPB também assume à Presidência do Conselho Nacional de Pesquisas/CNPQ.
E como desviam a atenção da opinião pública, da Comunidade Universitária, incluindo-se aí o Movimento Estudantil/ME, e pasmem, o Movimento dos Funcionários da ASSUFEP, o Movimento de Professores Alienados/ADUFPB, que a tudo assistem e nada fazem quando professores doutores (formação de quase 40 anos de pesquisa com custo ao erário público de muito mais dum milhão de dólares) são perseguidos e retaliados, porque nunca fazem parte desse Clube do Bolinha e da Luluzinha, sob a filosofia nefasta da máfia dum concurso de compadres e comadres:
“Quem tá de dentro não sai e quem tá de fora não entra.” (sabedoria popular)
O “Modus Operandi” desse crime organizado da maior corrupção de todos os tempos na existência pregressa da UFPB é descentralizado e escorregadio como uma imensa bola ou bolha de sabão. Utilizam turmas inteiras de estudantes inocentes úteis que se vendem por tão pouco, aprovação em suas disciplinas e projetos corruptos, pra perseguirem e retaliarem esses brilhantes professores e professoras; contrários a isso, promovem os seus professores medíocres às Chefias, Coordenações, Diretores de Centros, Pró-Reitores e até Reitores.
Em seguida, começam suas retaliações e perseguições às professoras e aos professores dignos, justos, meritocratas e brilhantes, que levam as pesquisas científicas da Universidade nas Costas, sozinhos, pois só eles e elas foram quem ingressaram à UFPB ou às IFES por meio de concursos públicos legais; entraram pela porta da frente, jamais pularam a janela ou invadiram o saber pelas portas dos fundos da corrupção como fazem esses incompetentes corruptos, adeptos do nepotismo direto e cruzado no seio da universidade pública federal, que deveria ser exemplo de saber jamais de transgressores e criminosos de alta periculosidade nas IFES e IES.
XVII. UFMS/1987-2016
Trata-se doutro maior projeto de corrupção da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS, em nível internacional, datando 1987-1996, sobre a Base do Pantanal, no valor de U$ 35 bilhões de dólares ou cerca de R$ 120 bilhões de reais, financiados pela ONU, OEA, UNESCO, FMI, BID e BM, inicialmente.
Esse projeto Base do Pantanal/UFMS, que se estendeu pelas décadas seguintes, debaixo das barbas do povo brasileiro, com o aval do Governo Fernando Henrique Cardoso/FHC, MEC, Itamarati, Ministério da Fazenda, Governo de Mato Grosso do Sul e Presidente do Brasil. Mais preciso as duas gestões pífias/PSDB do Governo de Fernando Henrique Cardoso/FHC, que quebraram o Brasil por três vezes e nem sequer apresentaram um relatório durante seus oito anos de desgoverno, crimes de lesa-pátria e corrupção.
Todavia, quem se responsabiliza no fim por esses pseudos projetos corruptos da UFMS é o povo brasileiro, pagando as contas desses embustes corruptores e corrompidos. Eis aqui o saldo desse “Memorial Corrupto da UEPB/2005-2016, UFPB/1977-2016, UFMS/1987-2016, PUC-SP/1993-2016, UNICAMP/2007-2016, UFRJ/2008-2016, USP/2005-2016, UFABC/2008-2016 e UNIFESP/2008-2016 sob o olhar Guevara de seus Mártires que se eternizam.”
Apenas um professor da UFMS, Montgomery Vasconcelos, concursado em 1° lugar/1991, denunciou esse projeto imoral e corrupto no seio do Brasil. Projeto corrupto nas IFES e IES que se estende também às PUC-SP, UFABC, UNIFESP, UNICAMP e demais seguintes.
XVIII. PUC-SP/UFABC/UNIFESP/UNICAMP
Bem como ainda, denunciou a PUC-SP/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, UFABC/Universidade Federal do ABC, UNIFESP/Universidade Federal de São Paulo e a UNICAMP/Universidade Estadual de Campinas, na forma da lei (2002-2007) pelo crime de reterem sua documentação de Concurso Público à Carreira Docente, no Magistério Superior.
Inclusive levou a PUC-SP às barras dos tribunais porque essa Universidade reteve seu Diploma de Doutor, crime à luz da Carta Magna do Brasil, a CF/88, após cursar sob perseguição cerrada dessas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) por longos dez anos (1993-2002) tendo ainda de arrebatar seu título de doutorado das mãos do pontífice Papa, que tal como Pôncio Pilatos também as lavou e ficou parcial, pois é o Senhor todo poderoso do Vaticano, quiçá do mundo, na forma da lei.
Após percorrer uma via crucis judicial do judaísmo ao cristianismo, enveredando por um processo kafquiano, conseguiu, aos 48 minutos finais do segundo tempo de sua existência acadêmica pregressa (58 anos) resgatar seu título de Doutor e sua documentação das garras sorrateiras dessas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) corruptas e até das mãos do Pontífice Papa, que nele não parou de as lavar, praticando Ser Parcial tal qual Pilatos.
Ressalte-se que tal conquista sua só se deu por meio de força da Lei em Sentença Condenatória doutro Senhor Doutor Juiz de Direito nos Fóruns Tribunais Judiciários do Homem. Tribunais esses que lhes devolveram seus títulos e documentos apreendidos criminosamente por essas IFES e IES (UFMS/PUC-SP) corruptas, que foram condenadas e obrigadas a lhes devolver o que é seu de fato e de direito até o fim do mundo, no calendário vitoriano.
Embora tenham perseguido seu Advogado até a morte na Argentina, ressalto isso aqui também. Todavia, seus títulos de Doutor, Mestre, Especialista e Graduado agora os têm em sua posse até o fim do mundo, graças a tantos trabalhadores sacrificados. Tudo isso ocorreu só porque ousou um dia saber fora de sua academia autodidata e se intrometer no modelo de Universidade da Burguesia Corrupta e Perversa.
XIX. USP/UNICAMP/UNIFESP/UFABC
Essas nove universidades estatais e privada, UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, Universidade Federal do ABC/UFABC, UNIFESP, PUC-SP, Unicamp e Universidade de São Paulo/USP, transgridem com improbidade administrativa, cometendo crime de lesa-pátria, em nível municipal, estadual, regional, nacional e internacional.
Eis aqui a causa de suas teses posto que é mestre e doutor sobre “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”; “Recepção e transgressão, o público de Augusto dos Anjos”, quem primeiro denuncia os atos corruptos do Brasil desde 1901 em sua cena inaugural no soneto “Saudade” e nas suas “Cronicas Paudarquenses”.
E o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos denunciou esse crime de lesa-pátria da UFMS, da Faculdade de Letras-FL/UFRJ, que mesmo sendo impugnada por manter membro corrupto em efeito cascata, que se derrama cruzado da Faculdade de Filosofia Ciências Humanas e Letras-FFCHL da Universidade de São Paulo/USP à Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ.
Haja vista ainda que essa mesma Comissão Julgadora da FFCHL/USP lhe assediou com venda de diploma de Livre Docente a R$50.000,00 (Cinquenta Mil Reais) quando lhe submeteu sua tese de livre-docente à banca examinadora, quem a presidiu um tal de JOÃO DAS COUVES com seu porta voz DIMAS, o mau ladrão. Eis, pois, a Comissão Julgadora Corrupta da USP/FFLCH, Concurso de Livre-Docência realizado nos dias 12, 13 e 14/12/2005, a saber:
COMISSÃO JULGADORA CORRUPTA/USP POR R$ 50 MIL REAIS
1. JOÃO ROBERTO GOMES DE FARIA (FFLCH-USP, Presidente)
2. ANTONIO DIMAS DE MORAES (DLCV-FFLCH, Livre Docente)
3. MARIA EUGÊNIA DA GAMA ALVES BOAVENTURA (UNICAMP, Titular)
4. JOSÉ LUIS JOBIM DE SALLES FONSECA (UERJ, Titular)
5. PAULO ELIAS ALLANE FRANCHETTI (UNICAMP, Titular)
Ressalte-se aqui uma das maiores pérolas de retórica e oratória da corrupção acadêmica, desde mesmo épocas imemoriais tribais e truculentas duma Membro Espaçosa muito Escrota, outra porta-voz dessa Comissão Julgadora Corrupta, uma tal de Maria Eugênia da Gama Alves Boaventura, quando assim bradou sem se lhes constrangerem os demais pares, deixando muito acanhada a máxima do filósofo grego Aristóteles “Abaixo da Lua só existe corrupção.”, diante dessa sua Proposta Indecente e Escrota, a saber:
“Não participo de uma Comissão Julgadora como esta de Livre-Docência por menos de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) Jamais vou deixar minha casa e meu conforto pra vir aqui aprovar uma tese dessa sem esse valor, e nem um centavo a menos. Por muito mais do que isso tenho participado de bancas de níveis menores como mestrado e doutorado.” (Sic, e apud Maria Eugênia da Gama Alves Boaventura – Unicamp/Titular, a 12/12/2005)
XX. UFRJ/2008-2016
Eis, também, ainda, a outra Banca Corrupta da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ/FL, Concurso a Professor Adjunto de Literatura Brasileira, nomeada a 16/1/2008:
BANCA JULGADORA CORRUPTA/UFRJ
1. ALCMENO BASTOS – UFRJ
2. ROSA MARIA DE CARVALHO GENS – UFRJ
3. JOSÉ LUIS JOBIM DE SALLES FONSECA -UERJ, Titular
4. MARIA CÉLIA DE MORAES LEONEL – UNESP
5. ALEILTON SANTANA DA FONSECA – UEFS/BA
Denunciou tudo isso dessas universidades (UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, UFABC, UNIFESP, PUC-SP, Unicamp e USP) por respeitar à Carta Magna/1988, mas antes de tudo, também, em respeito à educação. Assim o fez na forma da lei.
Todavia, desde então, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos vem sofrendo retaliações, perseguições que lhe provocaram oito atentados contra sua vida somente no Estado de Mato Grosso do Sul e outros seis no Estado de São Paulo. Estado este quem por último lhe tomou a casa própria, pasmem, ainda financiada pela Caixa Econômica Federal/CEF, deixando-o em petição de miséria como morador de rua.
Essas IFES e IES são tão burras e perversas, embora muito poderosas e corruptas, que sacrificam toda uma Nação/Brasil só pra punir injustamente um professor doutor que denuncia seus atos corruptos e crimes de lesa-pátria.
XXI. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Portanto, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos, desde 1993, vem tendo sua carreira prejudicada, vivendo em petição de miséria por causa da perseguição sórdida de seus algozes na UFPB, UEPB, UFMS, UFRJ, UNIFESP, UFABC, PUC-SP, Unicamp e USP, que cometem crime de lesa-pátria e por isso jamais podem sair ilesos desses seus crimes de corrupção contra a Nação. Cedo ou tarde, em casos corruptos como esses, o Ministério Público Federal/MPF “Vai Chamar o Feito à Ordem”.
Sendo assim, por meio da nuvem (net) e de todo universo das redes sociais, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos chegou à conclusão:
“E se me matam escapo morto, mas vou denunciá-los por toda a vida, até o fim do mundo. Posto que foram os responsáveis pela miséria brasileira da corrupção no seio da academia: a Universidade Federal (UFMS/UNIFESP/UFABC/UFRJ/UFPB) Estaduais (USP/Unicamp/UEPB) e Privada (PUC-SP) IFES e IES corruptas do Brasil.” (Monty, 2014)
Nem também tenho sequer quaisquer complexos de inferioridade, idade, realidade, cor, credo, ideologia de gênero, política, dialética, social, econômica, antropológica e intelectual, posto que sou de origem nobre (1° dinastia de Portugal-1148) ora pois! Já fui jovem e bonito, conforme em anexo à fotossemiótica de minha identidade, rg, tirada em público pelo “lambe-lambe”, na Praça Pedro Américo de minha terra natal, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585.
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?

QUEM É O CIDADÃO KANE DA PARAHYBA?
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Aos 21 dias do mês de abril de 2018 completa 518 anos do descobrimento do Brasil, que se deu na Região Nordeste, no Estado da Bahia, mais preciso em Ilheus-BA, e ainda continuam as injustiças dos maiorais, coroneis e chefes de capangagem eletrônicos como o maior exemplo do Cidadão Kane da Parahyba, também dono do Império São Braz do café sujo de sangue e sonegador de impostos R$ 7,5 (Sete Milhões e Quinhentos Mil Reais) em 2010.
Trata-se dum mega empresário vendedor de café sujo de sangue na Parahyba, quem se meteu, também, no ramo da comunicação, por meio das TV Cabo Branco e TV Parahyba, ambas afiliadas à Rede Globo. Essas emissoras existem pra propagar tal qual a filosofia nefasta de Joseph Goebells, Secretário do Departamento de Propaganda de Hitler, quando assim pontifica: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade!”
II. QUEM MATOU O AGENTE DO DETRAN-PB? JURO QUE NÃO FUI EU?
Há um ano e três meses [21/1/2017 a 21/4/2018] do atropelamento dum Agente do Detran-PB, quem comandava uma blitz da Lei Seca em Manaíra, bairro nobre da Capital na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585, mas que ainda ninguém, ninguém mesmo, sabe quando o futuro Magnata, herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino irá ser julgado! Isso é uma justiça escrachada e cara de pau! Varei!
Até agora o futuro Cidadão Kane da Paraíba e Magnata herdeiro do Império São Braz do café sujo de sangue só foi preso de performance no PB I, onde debochou da liberdade como réu primário, gozando de bom comportamento, junto ao seu Porsche branco assassino, e que espantosamente, seguindo com rigor judiciário à praxe, ganhou às ruas da liberdade indigna e sem honra à ética da Parahyba, repita-se aqui, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Sem sequer questionar é por si já crime por omissão. Logo, a questão fundamental é trazer esse caso à tona quantas vezes a mesma se fizer necessário, e não serão poucas. Fiquem certos disso.
E nem adianta o Cidadão Kane da Parahyba e do Império São Brás do café sujo de sangue mandar seus capangas eletrônicos assaltarem-me, confiscarem-me celulares e demais tecnologias midiáticas porque não sou mais um Agente do Detran-PB, que deixou, por causa de seu herdeiro criminoso, uma pobre viúva desamparada pelo Estado.
III. A JUSTIÇA ESTÁ DE PONTA À CABEÇA NA PARAHYBA
Pra Justiça então, conclui-se que a prova do crime até agora é o Porsche branco assassino. E assim mesmo porque caiu a sua placa quando fora atropelado pelo Agente do Detran-PB em serviço e de Plantão, razão pela qual no Brasil e, mais preciso, aqui na Parahyba o mundo tá de ponta à cabeça. Enfim, o mundo tá de cabeça pra baixo. Haja vista que nem isso havia como prova, caso a placa do Porsche não houvesse caído por obra e graça do destino.
Quer ver uma coisa mais séria e crítica nesse caso do futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue, dono do Porsche branco assassino? Tem foto de quem o pilotava na hora, pelo menos, ou a confissão do piloto do Porsche que fora atropelado pelo Agente do Detran-PB? Dessa forma, a justiça está de ponta à cabeça na Paraíba. De cabeça pra baixo!
IV. “QUEM MORREU FOI QUEM PERDEU A VIDA!” VAI FICAR POR ISSO MESMO?
É assim que funciona a coisa pra justiça. E nem adianta tergiversar. Sabe por que? Porque pra Justiça essas provas são imprescindíveis. Ainda mais quando o assassino é primário, se evadiu da cena do crime e se livrou do flagrante. Isso é primário, elementar, cartilha do abc nas lides da justiça. “Quem morreu foi quem perdeu a vida!” Eis o ditado popular na Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil! Vai ficar por isso mesmo?
A Parahyba foi a única Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil que criou, com originalidade clássica por meio da “Poética”, obra do filósofo grego Aristóteles, a palavra Varei! Varei é a maior prova de comunicação por meio duma expressão de espanto ou ainda uma variante linguística genuinamente paraibana pra casos como este! O futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue que ainda não foi julgado? Varei!
V. MORAL DA FÁBULA SEMIÓTICA DO PORSCHE BRANCO ASSASSINO:
Apertem novamente, agora o futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata do Império São Braz do café sujo de sangue e proprietário do Porsche branco assassino pra saber quem o pilotava na hora em que o Agente do Detran-PB o atropelou, que logo chegarão ao verdadeiro assassino. Pois só assim a pobre viúva do Agente do Detran-PB não ficará injustiçada nem desamparada pelo Estado da Parahyba, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.
Tampouco ainda a Parahyba carregará essa pecha de Injustiça, que a maculará e a envergonhará diante do Brasil e do mundo. Nem tampouco nenhuma Filha sua ou Filho seu nunca lhe dirão em Latim nem Português: “Ingrata Patria! Ossea mea nom possidebis!” (latim) Ingrata Pátria! Não possuirás os meus ossos! (tradução livre) Bem como aquela máxima “O Brasil não é um país sério!” dum antigo, retrógrado e surrado Presidente da França, o General Charles de Gaulle, jamais venha a ser uma verdade definitiva.
VI. PELA ORDEM! JUSTIÇA DA PARAHYBA!
Afinal, quem matou o Agente do Detran-PB? Juro que não fui eu? Pressuposto assim tão irresponsável e omisso diante de falta grave pra todos desta que foi mesmo a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585?
Proteste-se em o nome da lei e da ordem! Pela ordem Ministério Público! Era só o que faltava! Mas será o Benedito? Ninguém vai tomar providência nesta pouca vergonha de se assassinar e ficar por isso mesmo? Nem mesmo o Ministério Público do Estado da Parahyba vai tirar essa questão a limpo duma vez por todas? Já não bastam outras injustiças que esse Estado amarga? Poupem-se paraibanos de mais injustiças!
VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mas se ainda assim nada sirva de consolo à honra e à dignidade da Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, a Parahyba, que apenas essa última fotossemiótica do Agente do Detran-PB, Diogo Nascimento, com gesto nobre de que tudo tá em ordem e sob a lei, com o seu aceno positivo de polegar pra cima, tranquilize o povo paraibano por meio de seu Ato Heróico.
Que Ato Heróico? Quem sustentou só e matou no próprio peito a crueldade perversa, indomável, colossal, abissal e insatisfeita dum futuro herdeiro do Cidadão Kane da Parahyba e Magnata de certo Império São Braz do café sujo de sangue, proprietário do Porsche branco assassino, devorando-lhe o corpo, a alma e o espírito generosos de servir sempre à humanidade? Ato heróico porque seu coração se salvou e salvou a todos naquela máxima de Monty, 2014: “E se me matam escapo morto!” ou à luz de Gandhy “Quem não vive pra servir não serve pra viver!”?
Prof. Dr. Montgômery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Mangabeira FM e Presidente da FUCIRLA-PB)

Entradas Mais Antigas Anteriores